quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Trilho entre a Ria e a Floresta

:: Ria e Floresta
de mãos dadas
A HERA - Associação para a Valorização e Promoção do Património e o GEMA convidam os amantes da natureza para o próximo passeio, que se realizará no dia 13 de Agosto. A iniciativa desenvolve-se por ocasião da inauguração do trilho entre a "Ria e a Floresta", projecto da Câmara Municipal de Ílhavo, em parceria com aquelas organizações.
O ponto de encontro é no largo da Bruxa (Gafanha de Encarnação), pelas 9.30 horas, com o fim do passeio previsto para as 16.
Mais uma vez, a visita será guiada por biologos da HERA.
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Para ver imagens do último passeio, clique aqui

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

ÍLHAVO: Pintura artística

Artistas ilhavenses
esperam por si
Com uma larga tradição na cerâmica e na porcelana, devido à implantação da Fábrica Vista Alegre no ano de 1824 naquela localidade do Concelho, existe uma grande quantidade de pequenos ateliês de pintura à mão, em porcelana.
Estes artesãos adquirem a porcelana branca e fazem pequenas maravilhas decorativas. A sua principal incidência geográfica está concentrada no próprio lugar da Vista Alegre, onde o seu museu justifica uma visita. Poderá, porém, encontrar estas maravilhas um pouco por toda a cidade de Ílhavo.
Em férias ou fora delas, não deixe de procurar e de conhecer os artistas ilhavenses. Verá que vale a pena.

Imagens da Ria

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Museu Marítimo de Ílhavo: Ex-voto ao Senhor dos Navegantes. Pintura popular do século XIX. Mais um bom motivo para passar pelo Museu de Ílhavo, onde há sempre algo de importante para ver e admirar. Aproveite. As férias também são para isto.

Santiago de Compostela

Santiago de Compostela:
um caminho
de descoberta de Deus
O caminho de Santiago de Compostela tem ganho um grande dinamismo. Diz, quem já o fez, ser um caminho de reconversão e descoberta. O ano de 2004 foi ano de São Tiago.
Com o objectivo de chamar a atenção para este Ano Santo, a Associação Espaço Jacobeu, entretanto formalizada como associação católica, formou-se e muitos são os que a procuram. As principais preocupações variam consoante a altura mas são principalmente "sobre o caminho português, sobre o apostolo São Tiago, sobre o fenómeno em si. No Verão, o maior contacto é já feito por pessoas que desejam partir para a peregrinação, pedem a credencial do peregrino (documento a apresentar durante o caminho de Santiago, que a associação gere e distribuiu), procuram saber dos albergues, como fazer uma mochila...", afirma Amaro Franco da associação. E acrescenta: "estamos disponíveis via Internet, por telefone e também nos pontos de convívio que habitualmente organizamos."
Este fenómeno gera curiosidade também em alguns grupos não católicos, que querem fazer a experiência do caminho e procuram informações sobre quem era São Tiago, o porquê do caminho e o seu lado mais histórico ou cultural.
O objectivo é preparar pessoas para fazer a peregrinação. Desde o início, perceberam o receio de alguns em fazer o caminho sozinhas. "Tentamos encaminhar as pessoas. A própria associação promove uma peregrinação mais profunda com o lema "Não passes pelo caminho, deixa antes que o caminho passe por ti, com grupos mais pequenos", onde se privilegia não os quilómetros percorridos por dia mas antes os quilómetros percorridos interiormente.
Refere que têm "algumas dificuldades em estabelecer os grupos, porque tentamos que todas as peregrinações sejam acompanhadas por guias voluntários, pessoas que já tenham feito o caminho, mas é difícil encontrar pessoas disponíveis".
Reconhce, no entanto, que o trabalho tem sido frutífero. "Temos testemunhado o surgir de vocações no caminho e é interessante constatar um despertar religioso por parte de muitos", aponta Amaro, que finaliza, dizendo, que "o caminho é cristão. Apoiamos quem nos procura, mas consideramos que este pode ser um caminho de pré e de nova evangelização, um caminho de descoberta de Deus".
Para mais informações consultar www.jacobeus.web.pt
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Fonte: Ecclesia

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Concurso de fotografia "A VER A RIA"

ENTREGA DOS TRABALHOS ATÉ DIA 9 DE SETEMBRO
No âmbito do Programa "Sorria - Jornadas da Ria de Aveiro, a Câmara Municipal de Aveiro informa que o Concurso de Fotografia “A ver a Ria” se encontra a decorrer até ao dia 9 de Setembro.
Com o objectivo de promover a Ria de Aveiro e permitir que as mais diversas pessoas possam mostrar um novo olhar sobre a mesma, a Câmara Municipal de Aveiro e as Juntas de Freguesia de Aradas, Cacia, Esgueira, Glória e Vera Cruz promovem um concurso de fotografia intitulado “A ver a Ria”.
O concurso de fotografia “A ver a Ria” surge no âmbito do programa “Sorria – Jornadas da Ria de Aveiro” que tem como principal objectivo sensibilizar os aveirenses para o património cultural e natural que é necessário proteger, revitalizar e promover – a Ria de Aveiro.
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Leia mais em CMA

Um artigo de António Rego

Os momentos
luminosos
O mundo rola com os seus dramas e progressos, na história que prossegue em cada minuto, indiferente aos tropeços de fundo ou de circunstância que cada tempo propicia. O tempo de Verão, entre nós mais institucionalizado como de férias, origina situações pessoais e sociais de grande complexidade. Teoricamente é um tempo de encontro também para as famílias que passam grande parte do ano distantes dos idosos com a patriótica desculpa que o trabalho está acima de tudo. Essa frase deve ser particularmente irritante para aqueles que levaram uma longa vida de trabalho e, agora, mesmo na circunstância (excepcional) duma reforma desafogada, sentem o acumular da solidão, da aparente inutilidade e da falta de resposta para uma pergunta estimulante em cada dia: o que tenho hoje para fazer? A esperança de vida como que se voltou contra a própria vida ao oferecer tempo de sobra para nada fazer. E se os governos se inquietam a fazer contas com pouca gente jovem a trabalhar para muitos idosos, mais complexa é a teia de sofrimentos oriundos duma vida que parece ter perdido o sentido. E não é fatal que assim seja. As contas da natalidade são, por vezes, mal feitas no mundo com maiores recursos. A perspectiva do que é útil ou inútil padece frequentemente de desfoques imediatistas, esvaziados de perspectiva. E os afectos familiares dissipam-se, quantas vezes, por redundância de objectos que se tornam substitutos de pessoas. Não é fatal que o prolongamento de vida gere a maldição da tristeza e do isolamento. Os momentos luminosos de cada existência projectam-se nos tempos onde parecem imperar as sombras. Não é uma teoria de circunstância dizer que a velhice se prepara com o mesmo empenho e carinho com que se prepara o apogeu da vida. A cena da Transfiguração descrita nos Evangelhos transporta-nos a essa luminosidade transcendente de Jesus que no seu próprio coração e no dos discípulos encontrou sentido para as etapas da morte e da ressurreição. Ninguém entende a sua vida sem a referência aos grandes tempos luminosos da sua existência. E em boa verdade ninguém pode dizer que os não viveu.

Imagens da Ria

Museu de Aveiro:
"Mulheres da região de Aveiro",
aguarela de Alberto de Sousa

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