sábado, 21 de fevereiro de 2009
Nuno Álvares Pereira vai ser canonizado no dia 26 de Abril
SÓCRATES na inauguração da Plataforma Portuária
Ministro das Obras Públicas, primeiro-ministro,
presidente da APA e secretária de Estado dos Transportes
COMO RECONHECER DEUS?
Há relativamente pouco tempo, coloquei esta pergunta a um grupo de crentes: "Se Deus lhe aparecesse, dizendo 'aqui estou, sou eu o Deus', como o reconheceria?"
As respostas, no meio de imensa perplexidade, foram muito interessantes. Que Deus não pode aparecer directamente. Que ninguém, como diz a Bíblia, pode ver Deus. Que Deus é inobjectivável. Que se manifesta indirectamente: nas pessoas, nos acontecimentos, no esplendor da beleza - aqui, recordei a exclamação de uma sobrinha minha com 11 anos, nos Alpes, numa tarde irradiante de Sol sobre a neve e as montanhas todas à volta: "Parece Deus!" Que, para os cristãos, Jesus é a revelação de Deus. Que a experiência de Deus se dá nas experiências-cume de plenitude. Que lhe pediriam um milagre claro, que se visse e o credenciasse. Ele devia manifestar o seu poder.
Quando se fala de Deus, a questão nuclear é saber de que Deus é que se fala. Que se quer dizer quando se diz Deus?
O mais comum é associar Deus ao poder. Deus deve ser, antes de mais, a omnipotência. Deus deve ser infinitamente bom e poderoso, mas sobretudo poderoso. No entanto, a mística Simone Weil, cujo centenário do nascimento se celebra este ano, preveniu: "A Verdade essencial é que Deus é o Bem. Ele só é a omnipotência por acréscimo." Por isso, "é falsa toda a concepção de Deus incompatível com um movimento de caridade pura". Afinal, a revelação de Cristo é essa: Deus é puro amor. O escândalo: "Eu não vim para ser servido, mas para servir."
Não se nega a omnipotência divina. O Poder de Deus, porém, não é Dominação e Espectáculo, mas Força infinita criadora. O Deus de Jesus é o Deus- amor, o Deus-origem-infinita-pessoal-criadora.
A modernidade, pela secularização, quis herdar a omnipotência divina, postergando a bondade. A crise que está aí hoje visível no universo económico-financeiro é mais funda, pois é uma crise de civilização, cuja raiz é esta herança religiosa.
Neste contexto, referindo-se à Igreja, o teólogo X. Pikaza recria de modo alegórico o passo evangélico da cura da sogra de Pedro. Na alegoria, a sogra de Pedro é a Cúria Romana. Jesus chega e cura-a. E depois, alegoricamente?
A Cúria (sogra), que significa casa, corte do Kyrios ou Senhor, estava doente. A casa de Pedro é o Vaticano, um Estado, e quem manda é a Cúria, como ainda recentemente se mostrou no caso dos lefebreveanos. Não protege o Papa, mas impõe-se a ele. Ela "sofre de inércia, de poder".
Jesus cura a Cúria para que, como a sogra de Pedro, se ponha a servir os outros. Que consequências teria a cura da Cúria Romana, que funciona há dez séculos enquanto os Pedros (Papas) vão mudando?
Como Jesus, que, segundo o Evangelho, cura as pessoas diante da casa de Pedro, a Cúria curada veria gente que viria para curar-se. Sobretudo gente mais pobre e perdida (os "endemoninhados", os doentes). Agora também lá vão muitos, mas "vão curar-se ou em busca de prebendas?"
Ainda segundo o Evangelho, Jesus saiu de noite, para rezar e ir ao encontro das pessoas também noutros lugares. Na alegoria, Jesus parte porque não quer ficar fechado na casa de Pedro. Jesus não tem "Cúria". Também Pedro e os funcionários da Cúria têm de sair da sua casa, da Cúria, para ir à procura de Jesus, conhecer o mundo e cuidar dele.
A Igreja está em crise e precisa de conversão. Neste sentido, há 15 dias, a propósito da "falta de vocações", o director do DN, num texto subordinado ao título "Os erros da Igreja", exemplificados nos escândalos dos padres pedófilos, a intransigência quanto aos métodos de planeamento familiar, "declarações absolutamente estúpidas" como as do bispo Williamson a negar o Holocausto, alguns investimentos dúbios no plano dos negócios, escrevia que o resultado é que "a religião vai desconfiando dos seus missionários e o ambiente não aconselha a 'vocação'".
E João Marcelino concluía: "Um dia pagaremos bem caro a crescente desagregação desse factor de união ocidental, bem patente sobretudo na Igreja Católica mas que também afecta todo os ramos do cristianismo."
Anselmo Borges, in DNsexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Ílhavo bebe água de boa qualidade
Com base nos resultados obtidos com as análises já efectuadas, foi confirmada a elevada qualidade da água distribuída pelos serviços municipais, para cada uma das suas zonas de abastecimento. Para mais informações consultar site da Câmara Municipal (www.cm-ilhavo.pt), área do Ambiente, no subitem do Abastecimento de Água.
Fórum da Juventude aberto à colaboração com as escolas
Fórum da Juventude da Gafanha da Nazaré tem porta aberta no Centro Cultural. Trata-se de uma iniciativa da Câmara Municipal de Ílhavo, que aposta em oferecer aos jovens, entre os 12 e os 19 anos, um ambiente acolhedor, denominado “A tua nova casa”, como nos referiu Paulo Costa, vereador da autarquia ilhavense, para este sector.
Cartazes variados anunciando eventos e sinais claros da sensibilização para o ambiente e para a reciclagem, tudo nos diz que rapazes e raparigas ali podem encontrar propostas importantes para a sua formação.
Paulo Costa adiantou-nos que o Fórum vive o dia-a-dia numa perspectiva de “estimular os jovens para que descubram e desenvolvam as suas capacidades”. E a propósito, sublinha que os artistas mais novos podem apresentar naquele espaço “a sua primeira exposição”, momento único na vida de qualquer pessoa.
Mas não se julgue que o Fórum da Juventude se limita a proporcionar um ambiente capaz de levar os seus utentes a descobrirem as suas capacidades. Ali funciona também o Serviço de Apoio à Formação e ao Emprego, paralelamente com Cursos de Informática e com as Oficinas Criativas.
As Oficinas, que abrangem uma pluralidade de temas, vão permitir experiências enriquecedoras nas áreas da Fotografia, da Trapologia, das Artes Florais, do Teatro, da Dança e da Língua Gestual, entre outras. A participação nestas oficinas está dependente de inscrição e no final cada jovem receberá o respectivo Certificado de Participação. O Fórum da Gafanha da Nazaré funciona de segunda a sexta-feira, das 10 às 12.30 horas e das 12.30 às 18 horas. Fernando Martins
Regresso da Pesca
O regresso da pesca, na manhã de ontem, mostra a serenidade do pescador. De pé, sem ondas que o incomodem, o pescador olha quem o aprecia, à entrada da barra de Aveiro. Paredões e pedregulhos completam o enquadramento, com o azul da água salgada e o pequeno barco que volta da faina a sobressaírem. Agora vai ser a venda do peixe e o descanso, ao fim de uma noite de trabalho árduo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Praia da Barra:
Na Praia da Barra, o mar voltou a atacar, chegando a ameaçar bares e a deixar as populações preocupadas. A praia viu fugir-lhe parte das suas areias, tão importantes para a época balnear que se aproxima a passos largos. A questão é cíclica e não há, aparentemente, técnica que resolva o assunto de vez. Mas também é verdade que, se o mar ataca, o homem contra-ataca. A reconstituição do areal está em curso, com máquinas escavadoras e camiões a laborarem em pleno. Pelo que já se sabe, 50 mil metros cúbicos de areia estão a ser movimentados, apesar de as ondas, com alguma frequências, surgirem ameaçadoras. Mas a vontade humana de garantir a praia para os milhares de veraneantes que nos visitam, ano após ano, e tranquilizar as populações é mais forte. Durante duas semanas, os mais cépticos podem confirmar a azáfama que por ali vai, graças à intervenção oportuna da Câmara de Ílhavo, que fez chegar ao Instituto da Água (INAG) as suas inquietações. E segundo este instituto, está a ser seguido o princípio de recolocar na praia a areia que o mar dali retirou, nos últimos tempos. Daí que, como presenciámos, a máquina escavadora tenha andado a trabalhar com as lagartas assentes no oceano. É garantido que esta situação se tem repetido ao longo dos tempos, o que obrigou os responsáveis a responderem com obras e mais obras, bem patentes aos olhos de todos. Mas de um dia para o outro, com ventos fortes e chuvas intensas, marés vivas e correntes que ninguém esperava, tudo se torna frágil face à força das ondas que atacam sem piedade. Paredões mar adentro, reforço com pedras e blocos de cimento, reposições dos areais e preservação das dunas têm sido as respostas aos ataques do Atlântico. Porém, não se julgue que este fenómeno se verifica apenas na Praia da Barra. Costa Nova e Vagueira, para falar somente do que está mais perto de nós, também têm sido vítimas da fúria das ondas. O INAG, segundo informações que colhemos, vai voltar a intervir na Barra, espera-se que antes da época balnear, não só para reforçar o areal, mas também para emprestar mais consistência à zona dunar. Nessa altura, está prevista a colocação de mais de um milhão de metros cúbicos de areia. Entretanto, Carlos Borrego, docente da Universidade de Aveiro e especialista em questões ambientais, em declarações à Rádio Terra Nova, alerta para a necessidade de se encontrarem soluções definitivas, de forma a deixar tranquilas as populações. Fernando Martins
Superar Interesses, Enfrentar Dificuldades
Dia Luminoso
Crónica de um Professor...
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Aveirenses Ilustres: D. Manuel de Almeida Trindade
Celebrar a República sem reabrir feridas
Laura Vaz em Moçambique
Praia da Barra
António Lobo Antunes
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Mensagem Quaresmal do Bispo de Aveiro
Acordo Ortográfico deverá entrar em vigor ainda neste semestre
Fome de Primavera?
Paisagem da ria de Aveiro
Grupo Desportivo da Gafanha
Gerar vínculos de confiança
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Remodelação do Complexo Desportivo do GDG
Descerramento da placa alusiva à inauguração

Desfile de atletas
PESCA: vício para um milhão de portugueses
Forte da Barra de Aveiro
Generosidade
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 118

Padre Rezende
sábado, 14 de fevereiro de 2009
BENTO XVI E OBAMA
Crónica de um Professor...
Dia de S. Valentim
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Fenómeno Religioso em debate
Fórum de debate vai juntar profissionais
Mar ataca… Homem contra-ataca
António Neves - Aguarelista
Adriana Calcanhoto
Lindíssimo poema de Ferreira Gullar, musicado por Fagner e cantado por Adriana Calcanhoto.
Mar
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Música para a Princesa Santa Joana de Aveiro
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Picos de sensibilidade, confrontos sem ideias, oportunidades mediáticas
Marçal Grilo: “As famílias perceberam que não basta andar na escola e passar de ano, é preciso saber”
Scorsese quer filmar a história de dois missionários portugueses
: Dia Mundial do Doente: 11 de Fevereiro
Maria Barroso na Escola Secundária da Gafanha da Nazaré
Santa Sé lembra Darwin e a Teoria da Evolução
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Instituto da Água vai repor areia na Barra
Scolari despedido
O gigantesco segredo do cristão
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
“São precisos professores que gostem de ler"
O Terrível Erro Estratégico
:
Padre Carreira das Neves: "Darwin é só da Terra"
Mar da Barra
(Clique nas fotos para ampliar)
O mar da Barra, na Gafanha da Nazaré, continua a dar dores de cabeça aos mais argutos técnicos. Quando se pensa que está tudo bem, de repente ele ataca com toda a sua bravura, não perdoando a quem encontra pelo caminho. Daí os receios de que ele chegue às habitações e às pessoas, ferindo-as de morte. Esperemos que não. Leia mais no DA de hoje.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
SINAL +
1. Celebra-se, no próximo dia 11 de Fevereiro, o Dia Mundial do Doente, com o necessário objectivo de olharmos, com outros olhos, para quem sofre, quantas vezes na porta ao lado da nossa. Eu sei que o sofrimento faz parte da vida e que ninguém, mais cedo ou mais tarde, escapa a situações de dor, física ou psicológica. Quem há por aí que não tenha experimentado no corpo ou na alma essa realidade?
Também sei, por experiência própria, que nem todos temos facilidade em dialogar com os doentes, na tentativa de os ajudar a aceitar ou a suportar o sofrimento. Mas reconheço que se torna indispensável fazer um esforço para estarmos junto dos nossos familiares e amigos, em especial, nas alturas em que mais precisam de uma palavra amiga, de um sorriso acalentador e de gestos cúmplices que tornem mais leve a dor que sentem.
O Santo Padre, na sua Mensagem para este dia, lembra, aos católicos e a todos os homens e mulheres de boa vontade, que “não podemos ignorar o incalculável número de menores que morrem por causas como sede, fome, carência de assistência sanitária, assim como os pequenos refugiados, que fugiram das suas terras com os pais em busca de melhores condições de vida. De todas estas crianças, eleva-se um silencioso grito de dor que interpela as nossas consciências de homens e cristãos”. É que a dor, afinal, está, com maior dramatismo, em muitas crianças, em todos os cantos do mundo.
Para responder, de forma imperativa, a estes e outros casos, temos mesmo de sair dos nossos comodismos, agindo, por todos os meios ao nosso alcance, para que o mundo se torne mais solidário e actuante. Os que sofrem esperam por nós.
2. Tem sido notícia que o “Rei da Cortiça”, Américo Amorim, o homem mais rico de Portugal, vai despedir 193 trabalhadores. Isto significa, mais coisa menos coisa, que outras tantas família vão engrossar o rol dos que passam a olhar o futuro carregado de nuvens negras. Alguns, como sublinharam e pela idade que têm, têm sérias dúvidas em encontrar outro emprego.
O “Rei da Cortiça” tem inúmeras empresas, um pouco por todo o mundo, decerto com garantias de bons lucros. Teria – comentava eu para alguém – possibilidades de distribuir esses trabalhadores por outras empresas do grupo que tem dirigido, com sucesso, há muitos anos. Mas logo recebi, como resposta, que há empresários “que só vêem papéis e números. Para eles, não há homens e mulheres trabalhadores e dependentes, exclusivamente, dos magros salários que auferem ao fim do mês”. Pois é. O meu amigo tem razão.
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