“O direito ao descanso é uma questão de justiça. Não nasceu de forma espontânea nem foi uma concessão generosa dos poderes económicos ou políticos. Foi conquistado pela luta persistente dos trabalhadores, que reclamaram – e continuam a reclamar – horários mais humanos, descanso semanal, tempo livre e férias remuneradas”
Comissão Justiça e Paz
da Arquidiocese de Braga

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