segunda-feira, 8 de junho de 2015

Na morte pode haver vida



Mesmo na morte pode haver vida. Como é o caso destes pedaços de árvore, ressequidos, cortados e para ali atirados, ao acaso, à espera de outro destino. Fui a tempo de os ver partir para a espera do inverno, onde terão de alegrar a nossa existência com o calor reconfortante.

Faleceu Senos da Fonseca

SAUDADES DE MIM MENINO Ai barcas, ai barcas Tão triste é vosso negror, Por onde ides navegar? Que espreita O olho que levais na proa? Ai amo...