As hortas estão de regresso. As hortas têm de estar de regresso. Por prazer e por amor à natureza e ao gosto pela agricultura. Ainda por causa das crises, que essas não perdoam e não têm compaixão por quem passa necessidades. As hortas são, na nossa região e noutras, um complemento para as receitas de qualquer família. Sobretudo de famílias onde entra pouco dinheiro. As hortas, que o arquiteto Ribeiro Teles defende há muito, como fundamentais na paisagem, estão a surgir também nas cidades. Esta encontrei-a na cidade do Porto, a capital do trabalho.
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As hortas estão aí, em grande força! Por tudo o que já foi dito, continuo a defender o seu cultivo e é um regalo para a vista cansada,andar por aí,a esmo e contemplar pequenos jardins de legumes e plantas comestíveis! E, há pessoas que se esmeram, de verdade a cuidar das suas hortinhas.
ResponderEliminarE esta, Professor, captada ali na Invicta, soa-me a algo familiar. Não será, na zona de Francos ou arredores?
Donzília
Minha cara amiga...
ResponderEliminarNão há dúvida... Conhece bem o Porto!
Olá,
ResponderEliminarAs hortas não podem morrer...
O verde é essencial à vida...
Abraços fraternos de paz e bem
Também comecei uma pequena horta. Resolvi transformar parte do jardim e estou a trocar o gramão, que só dava trabalho, por legumes frescos.
ResponderEliminarhttp://claudiaribau.com/blog/tag/da-horta
um abraço,
CláudiaRibau
Não tanto assim, Professor! Apenas morei por aí perto, em Ramalde, conhece?
ResponderEliminarDonzília
Eu também fiz algo semelhante à Cláudia! Apesar de ter muito solo arável próprio para horta, decidi reduzir a extensão de relva inglesa que integrava o jardim, onde a rega automática está instalada. Nas traseiras da casa, semeei abóboras, cenouras, e outras plantas aparecem caídas do céu: espinafre, beldroegas e urtigas (poucas) que segundo os botânicos, são ricas em nutrientes e podem muito bem pazer parte dos ingredientes da sopa! Ninguém se pica,lol, pois são reduzidas a puré, juntamente com a batata, cenoura, alho francês e quejandos!A natureza é prógiga, nós, humanos é que não a entendemos nem aproveitamos!
ResponderEliminarDonzília