Ontem visitei na Figueira da Foz uma loja de antiguidades. Não tanto para comprar, que a minha bolsa não daria para aquilo de que gosto, mas sobretudo para apreciar. Não sei explicar o porquê destes meus gostos, mas que sinto um certo prazer, sinto. Móveis, louça, livros, quadros, prata e ouro, arte sacra, postais antigos de personalidades, bustos. De tudo um pouco, ou muito, ali pude apreciar e... desejar. Quem sabe se um dia qualquer, mesmo longínquo, não poderei dar-me ao luxo de comprar qualquer peça, artística, daquelas de encher o olho!
As “aparições” de Fátima
Crónica semanal de Anselmo Borges Padre e professor de Filosofia Nota introdutória Em 2017, a célebre revista CONCILIUM, que se publica em ...
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