NATAL
Que não cresceste
Nestes oitenta anos!
Que não tiveste
Os desenganos Que eu tive
De ser homem,
E continuas criança
Nos meus versos
De saudade
Do presépio
Em que também nasci,
E onde me vejo sempre igual a ti.
Miguel Torga
Saudações especiais para todos os amigos leitores. Terei de seguir outros caminhos porque parar é morrer. Fernando Martins
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