Ao falar de férias, alguém me dizia ontem, com convicção, que não há nada como a nossa zona. Temos grandes praias e mar chão, onde se pode andar à vontade, sem perigo, por tão bonançoso ser ele quando se confronta com a areia branca, e logo a seguir, se lhe virarmos as costas, com apetência por outros horizontes, deparamos com a ria de águas límpidas e mornas, com espaços e desafios para toda a gente. É verdade. Porém, nós, os da beira-ria, nem sempre nos damos conta das riquezas que temos. Como esta, está bem de ver, de acordar ao som do mar, que rola e rola, e da ria que nos atira cheiros salgados, como que a convidarem-nos para que a apreciemos e desfrutemos. Todo o ano, mas sobretudo nas férias.
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Saudações especiais para todos os amigos leitores. Terei de seguir outros caminhos porque parar é morrer. Fernando Martins
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Faz hoje, 25 de Julho, 40 anos que foi promulgada, por Sua Santidade o Papa Paulo VI, a encíclica «Humanae Vitae».
ResponderEliminarComo se sabe, qualquer encíclica é para ser seguida e aplicada por todo o católico.
Como se pode aceitar, então, que um sacerdote «católico», director-adjunto da Faculdade de Teologia da Universidade «Católica», se atreva a censurar o documento do Santo Padre num artigo inserido na agência de notícias da Igreja «Católica» (http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=62110&seccaoid=8&tipoid=212)?
Ninguém diz nada? Ninguém faz nada?
(...) Ria sonhadora e esquiva
ResponderEliminarQue o Mar não sabe entender
É ele quem lhe dá vida
No Mar ela vai moorer(...)
Prof. Guilhermino Ramalheira