sexta-feira, 7 de março de 2008

ACORDO ORTOGRÁFICO


O ministro da Presidência, Pedro da Silva Pereira, afirmou ontem que Portugal será "fiel" aos compromissos do Acordo Ortográfico de 1991 e sublinhou que o prazo de seis anos de transição "é razoável" para a adaptação às modificações previstas no acordo. Disse ainda que "O Governo decidiu adoptar medidas de transição por um prazo de seis anos - prazo que julgamos suficiente e razoável para que essa transição possa ocorrer”.
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Quem já passou por algumas reformas ortográficas, como eu, não pode ver nenhum drama nisto. Daqui a seis anos, já o mundo da Língua Portuguesa estará em sintonia com as alterações previstas, até porque os computadores, devidamente programados para isso, darão a todos uma ajuda preciosa.
Já agora, não vale a pena alinhar com os pessimistas que ficam horrorizados com a ideia de que a Língua Portuguesa está a ceder a influências estranhas às nossas matrizes linguísticas. Não pensem nisso! Língua que não se adapte ao que vem de fora ou que rejeite a inovação está condenada à morte.

FM

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