sábado, 21 de maio de 2005

Um poema de Albano Martins

SECURA VERDE É verde esta secura, como é verde a raiz duma planta que secou. Posso ter o corpo aberto e não mostrar o que sou. Meus versos podem ser tristes e eu ter profunda alegria. Aves nocturnas que buscam, inquietas, a luz do dia.

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