terça-feira, 1 de setembro de 2026

Festas - Para o ano há mais!


As festas em honra da Nossa Padroeira, Nossa Senhora da Nazaré, já se foram, mas ficou no subconsciente da nossa gente que para os próximos anos haverá mais. O povo, gafanhões ou outros, precisa delas como de pão para a boca. Tanto assim é que logo a seguir aos últimos foguetes se constitui a nova comissão.
Por não ser muito festeiro, hão-de pensar que não apoio os mordomos, comissões, fogueteiros, e irmandades... Enganam-se redondamente! Aprecio e saúdo os que organizam os festejos paroquiais. O povo gosta e isso basta para eu torcer pela alegria dos que cantam e dançam ao som da música popular...

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Afinal...

 

Afinal, vou continuar. Dei a volta aos meus pensamentos e cá estou ao serviço da vida.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Caramulo há 12 anos

 

A data do Batismo desta foto, segundo os meus registos, foi em 6 de Agosto de 2014, na serra do Caramulo. Recordo esse passeio com um casal amigo. E com que saudades fico quando a memória me ajuda!...

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Peregrinar a Fátima: Para quando causa nacional?

Reflexão de Luís Silva 

«Este texto é um lamento… E quer tornar-se um grito de projeção nacional. (Não peço pouco!)

Por todos os que, enquanto peregrinos de Fátima, já ficaram na berma das estradas, e para que todos, no futuro, possam chegar ao ‘altar do mundo’ sem temer, a cada passo, pela vida.
Começo em 1997…
Participei, entre os dias 19 e 24 de agosto desse ano, na XII Jornada Mundial da Juventude, em Paris. Foi a primeira vez que o programa da Jornada previu os dias nas dioceses. Passei-os em Nantes.
Fui acolhido numa família de três filhos, duas raparigas, mais velhas, e o ‘Benoît’, mais novo.
Chegámos, ao final da tarde, e, ao jantar, mal nos sentámos à mesa, pedem-nos (éramos dois jovens da Diocese de Aveiro, acolhidos por aquela família): ‘falem-nos de Fátima!’.»


NOTA: Ler todo o texto  aqui 

domingo, 2 de agosto de 2026

O FAROL


O Farol está sempre presente nas nossas vidas, com a ronca e luz sempre a rodar a indicarem a barra aos que entravam e saíam para o mar Atlântico. Quando eu era menino, imaginem como seria difícil adornecer em dias de nevoeiro cerrado... a ronca incomodava mesmo, mas o sono era mais forte...

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