Para que não caia no esquecimento, aqui deixo uma recomendação que considero importante. Este Roteiro Turístico foi iniciativa do Departamente de Línguas do Agrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré, com coordenação Helena Maia Silva. A pesquisa e redação foram de Aida Fernandes, Helena Maia Silva e João Alberto Roque. A edição é de Junho de 2016.
quinta-feira, 5 de março de 2026
Vida com flores?
A vida sem flores não faz sentido. A partir daí, será bom partilhar as que encontramos nos caminhos da vida.
quarta-feira, 4 de março de 2026
terça-feira, 3 de março de 2026
sábado, 28 de fevereiro de 2026
PÁRA E PENSA: As tentações da Igreja
Crónica semanal de Anselmo Borges
Terminada a festa do Carnaval, os cristãos entram na Quaresma, que consiste em quarenta dias de mais profunda meditação, de mais intensa conversão, de amor mais vivo, mais activo e perfeito, em ordem a poderem celebrar com mais dignidade a Páscoa do Senhor enquanto passagem da morte à vida, à plenitude da vida, a vida eterna. De modo significativo, no primeiro domingo da Quaresma, lê- se sempre a passagem do Evangelho referente às tentações de Jesus. Ora, é importante sublinhar que as três tentações estão todas referidas ao poder: poder económico, poder religioso, poder político... Jesus, antes de iniciar a sua vida pública, teve de decidir se queria ser um Messias político, do poder, ou um Messias do amor, do serviço. Foi por esta segunda alternativa que seguiu: Ele vinha para anunciar o Evangelho, notícia boa e felicitante, a melhor notícia que a humanidade ouviu ao longo da sua história: Deus é bom, Pai-Mãe, e só quer o bem, a alegria, a felicidade, a plena realização de todos… Por isso, a mensagem era clara: "Eu não vim para ser servido, mas para servir", e servir até dar a vida. Assim, a única verdadeira tentação, segundo o Evangelho, é a do poder, no sentido do domínio sobre os outros, humilhando, oprimindo, discriminando, obrigando à fome, à violência, à guerra, à morte, com uma cultura imperialista e, consequentemente, militarista...
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Mia Couto terá razão?
«Aos 10 anos todos nos dizem que somos espertos, mas que nos faltam ideias próprias. Aos 20 anos dizem que somos muito espertos, mas que não venhamos com ideias. Aos 30 anos pensamos que ninguém mais tem ideias. Aos 40 achamos que as ideias dos outros são todas nossas. Aos 50 pensamos com suficiente sabedoria para já não ter ideias. Aos 60 ainda temos ideias mas esquecemos do que estávamos a pensar. Aos 70 só pensar já nos faz dormir. Aos 80 só pensamos quando dormimos.»
(Fala de Bartolomeu Sozinho,
personagem de Venenos de Deus,
Remédios do Diabo,
de Mia Couto, Editorial Caminho)
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