Pouco ou nada sei de aves migradoras ou sedentárias. Só sei que gosto de as ver no horizonte a desfrutar de paisagens a que raramente temos acesso. Estas cegonhas, dali, dos locais onde moram, quer chova quer faça sol, têm o privilégio de viver a solidão contemplativa, sem que alguém as incomode...
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
"Humanizar a Sociedade"
Contributo dos mais pobres
na humanização da sociedade
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| D. António Francisco, João César das Neves e Georgino Rocha |
“Muitos dos que fazem diálogo com o mundo ficam no mundo. O Pe. Georgino Rocha vai ao mundo, mas leva-o até Cristo”, afirmou João César das Neves na apresentação do livro “Humanizar a sociedade”, que decorreu na tarde de 30 de outubro, na Universidade de Aveiro.
De acordo com a apresentação de João Cesar das Neves, o livro é uma “coletânea de textos”, sobre temas como comunicação, família, valores, terceira idade, ciganos e prisões, à qual o autor deu “coerência”, constituindo a própria obra “um ato de doutrina social da Igreja”, pois parte de várias histórias e casos humanos para chegar à paixão de Cristo, que tudo ilumina.
Quando acaba a saga dos submarinos?
Ministério Público acusado de tentar
anular julgamento dos submarinos
Trabalho de Ana Henriques
Em causa está o facto de um dos inúmeros documentos apresentados aos arguidos alemães estar em língua portuguesa e não ter sido traduzido. Solucionar o problema pode ditar a anulação do julgamento.
Ver PÚBLICO
A Fé do povo da Murtosa
A fé do povo da Murtosa está bem patente nesta homenagem a Nossa Senhora. Pode ser vista no Bico, recanto onde atracam embarcações lagunares, e onde se contemplam horizontes de águas convidativas a passeios, por tão serenas elas serem. Outrora predominavam os moliceiros, mas hoje, com a agricultura em morte lenta, já o moliço não interessa. Porém, pode ser que a crise nos obrigue a todos a olhar para a terra com outros olhos.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Ex-Acólitos promovem encontro
Estão abertas as inscrições para o V Jantar de Confraternização dos Ex-Acólitos da Gafanha da Nazaré, marcado para o dia 30 deste mês, num restaurante da nossa cidade.
Este ano, a iniciativa conta com a presença dos convivas na missa das 19 horas, do mesmo sábado, para dedicação especial aos acólitos já falecidos, bem como a todos aqueles que se encontram longe de nós, seja por razões profissionais, seja por motivos de ordem familiar.
É mais uma ocasião para manter vivos os laços de amizade e de profunda camaradagem dos adolescentes e jovens pertencentes ao grupo das décadas de 70, 80 e 90, anos muito marcantes pela presença ativa na comunidade e pelos serviços prestados à Paróquia da Gafanha da Nazaré.
Os interessados devem proceder à sua inscrição por correio eletrónico, para o endereço nuvempositiva@gmail.com, até ao dia 28 de novembro.
Evocação de D. António Marcelino
O Instituto Superior de Ciências Religiosas de Aveiro (ISCRA) e a Comissão Diocesana Justiça e Paz, em parceria com a Associação Portuguesa de Escolas Católicas, organizam um dia de homenagem e oração em memória de D. António Baltasar Marcelino, bispo emérito de Aveiro, falecido no passado dia 9 de Outubro.
Pretende-se com este dia recordar a obra e ação interventiva, na vida pública e eclesial, deste Bispo que sempre teve a peito a defesa dos mais silenciados e a luta pelo papel ativo da Igreja na formação dos leigos e no seu desempenho transformador nas diversas instâncias da vida social, política, económica e cultural.
Mini-Feira Popular
Uma iniciativa de há 40 anos
Evocamos hoje, como efeméride, uma página de propaganda alusiva à Mini-Feira Popular, publicada no nosso Timoneiro, em novembro de 1973. Nesta página lança-se um desafio à participação de todos, no sentido de que a festa seja grandiosa, até porque não faltariam motivos para isso: Atrações musicais fora de série com os nossos artistas Bisa e Pop Men, caldo verde, sardinha assada e caldeirada à Zé-Zé, quermesse, jogos e fado.
Cada fim de semana ficava à responsabilidade de um lugar da freguesia (Bebedouro, Cambeia, Chave, Cale da Vila, Marinha Velha e Barra), que apresentava os práticos típicos da região, sendo de salientar que as sobremesas eram oferecidas pelas famílias.
A barraquinha da quermesse tinha traços do artista Zé Penicheiro, a quem o Padre Miguel recorreu e de quem era e é amigo.
O saldo económico da Mini-Feira Popular registou a verba de 96 590$10, dos quais foram aplicados 33.050$00 na aquisição de colunas de som, gravador, duas violas, bateria e aparelhagem sonora.
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