Por Anselmo Borges
«João Paulo II, o papa dos desportistas, disse-lhes:
"Sede conscientes da vossa responsabilidade. Não apenas o campeão no
estádio, também o homem com toda a sua pessoa deve converter-se num modelo para
milhões de jovens, que têm necessidade de 'líderes' e não de 'ídolos'." E
exortou: "Que o desporto esteja sempre ao serviço do homem e não homem ao
serviço do desporto." Neste sentido, Bento XVI afirmou que, para os
cristãos, a luz da chama olímpica "remete para o Verbo encarnado, luz do
mundo que ilumina o homem em todas as dimensões, incluindo a desportiva."»
