sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A IGREJA CELEBRA AMANHÃ A MEMÓRIA LITÚRGICA DE JOÃO PAULO II
A Igreja Católica celebra este sábado, pela primeira vez, a memória litúrgica de João Paulo II (1920-2005), Papa polaco que foi beatificado em maio deste ano pelo seu sucessor, Bento XVI, no Vaticano.
A data assinala o dia de início de pontificado de Karol Wojtyla, em 1978, pouco depois de ter sido eleito Papa.
QUANTO VALE UM VOLUNTÁRIO?
No próximo dia 02 de Novembro, no salão do CUFC, decorrerá a segunda Tertúlia à Quarta do ano lectivo 2011/2012. Desta vez, e com a presença do Pe. José Martins Maia, o ISCRA abre as portas à reflexão sobre o Voluntariado. Afinal, quanto vale um Voluntário? Mais ainda, quanto valoriza a sociedade o papel fundamental daqueles que, sem preço nem medida, dão de si para o bem dos demais e da sociedade?
Numa fase histórica em que o dinheiro parece ser o eixo de toda a actuação social, é bem oportuna esta reflexão pois ela apresenta um novo estilo de vida e de relação com os bens e com as pessoas.
O encontro decorrerá às 21h e, como habitualmente, a entrada é livre.
"O Último Segredo" de José Rodrigues dos Santos
Mais um livro com tema polémico à procura de leitores...
«O autor mais lido em Portugal nega que pretenda abalar a Igreja Católica com O Último Segredo. Em entrevista, garante que é Cristo o tema e pede para que, antes de o acusarem, o leiam e ponderem sobre as provas que apresenta - abundantemente - sobre as fraudes que estão na base do cristianismo.
A ficção e a realidade fundem-se perfeita e escabrosamente nas 563 páginas no novo livro de José Rodrigues dos Santos: O Último Segredo.
Livro? É melhor chamar-lhe desde já best-seller, porque é o único termo que define a edição anual das torrentes de escrita deste autor, tal é o sucesso junto dos leitores portugueses. Ficção? Parte do argumento pode ainda não ser plausível nos tempos que correm, mas, passem alguns anos, e poderá tornar-se realidade fazer que até um Jesus Cristo clonado volte ao reino dos vivos... Escabroso? A demolição que faz do cristianismo ao longo das primeiras 300 páginas deixa até o católico mais empedernido de pé atrás sobre a Bíblia...»
No DN de hoje
Nota: Não li o livro nem sei se o poderei ler tão cedo. Tenho ainda tanta literatura à espera de tempo... De qualquer forma, aqui fica uma referência a um livro que já esgotou a primeira edição. Outras se seguirão, tal como as polémicas que não faltarão, ou não mexesse o livro de José Rodrigues dos Santos em temas tão sensíveis, como é Jesus Cristo e a Igreja Católica. Para uma elucidação oportuna, o melhor é ler as considerações de Jorge Pires Ferreira aqui.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Com a morte de Khadafi, os líbios estão livres
Com a morte de Khadafi, os líbios ficam livres para uma nova vida, apostando numa Líbia sem ditadores. Espero que democrática, embora admita que tal não será fácil de conseguir de um dia para o outro.
A morte de um ser humano, pela violência, não pode fazer-nos sorrir. Mesmo quando se trata de um ditador sanguinário como foi Khadafi. Preso e com vida, poderia responder pelos seus crimes, num tribunal justo.
Poderiam alguns esperar e pensar que a morte violenta e sem julgamento do tirano viesse a servir de exemplo para os ditadores ainda em exercício. Mas não creio. Os ditadores continuarão convencidos de que estão na posse da verdade absoluta, sendo donos de um poder legitimado pelo povo ou pelos deuses. Um dia, contudo, quando o povo se cansar da opressão, da vilolência e da corrupção que os cerca, soará a hora da verdade e terão, então, o destino que os espera, como aconteceu com Khadafi. Contudo, à luz dos direitos humanos, ninguém pode fazer justiça pelas suas próprias mãos.
Vencimentos antes e depois de estar no Governo
Só como curiosidade, já que toda a gente sabe que ter estado no Governo é muito bom para muita gente. Veja alguns exemplos elucidativos no EXPRESSO.
No próximo domingo: Peregrinação ao Santuário de Schoenstatt
Santuário de Schoenstatt (foto de arquivo)
FRATERNIDADE DE FAMÍLIAS
CONFIRMA A ESPERANÇA
No próximo domingo, 23, o Santuário de Schoenstatt, situado na Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré, vai acolher cristãos de toda a diocese para mais uma peregrinação diocesana. A peregrinação, que se realiza apenas da parte da tarde, não deixará de ser uma boa razão para os crentes e devotos de Nossa Senhora se encontrarem entre si, consigo mesmos e com Deus.
O acolhimento, pelas 14.30 horas, será animado pelo coro de jovens da paróquia da Gafanha da Nazaré e a partir das 15 haverá um painel com a participação de um casal ligado ao movimento das Equipas de Nossa Senhora, um casal de Schoenstatt e um jovem.
Às 16.15 horas será rezado o terço e pelas 17 celebrar-se-á a Eucaristia, presidida por D. António Francisco, Bispo de Aveiro, havendo um momento de consagração das famílias.
A peregrinação tem como lema “Família, santuário vivo, esperança no mundo”, aliando o lema diocesano (“A Igreja diocesana: fraternidade de famílias confirma a esperança”) com a preparação que o Santuário tem vindo a fazer para os cem anos da fundação de Schoenstatt, em 2014.
Um sacristão que nunca sonhou desempenhar tal função
Pedro Fidalgo
Pedro Fidalgo, um sacristão
sereno e responsável
Pedro Fidalgo, 49 anos, solteiro, comerciante de produtos alimentares no mercado da Praia da Barra, é sacristão da paróquia de Nossa Senhora da Nazaré desde janeiro de 2010, conseguindo conciliar as duas atividades. No mercado, de terça a sábado, das 8 às 13 horas, e da parte da tarde está disponível para a paróquia. Ao domingo está envolvido em pleno, para que as cerimónias decorram como está estabelecido.
O Pedro, que vive com sua mãe, Maria da Conceição, de 91 anos, é uma pessoa serena, generosa, de sorriso franco e aberto, mas é, ainda, um homem disponível para os seus compromissos. Antes de ser sacristão, fez parte do Conselho Económico, com a função de tesoureiro, mas também é tesoureiro da Irmandade de Nossa Senhora da Nazaré.
Confessa que «nunca lhe passou pela cabeça» assumir as funções de sacristão. Mas no domingo da Sagrada Família, depois da missa, o Prior da Gafanha da Nazaré, Padre Francisco Melo, chamou-o para falar com ele. «Mal podia imaginar que dessa conversa resultaria o convite para ser sacristão», garante-nos o Pedro.
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