sábado, 10 de junho de 2017

IGREJA DO SEMINÁRIO DE AVEIRO FOI INAUGURADA NESTA DATA







1983 - 10 de junho

«Sob a presidência do bispo de Aveiro D. Manuel de Almeida Trindade, foi solenemente inaugurada a igreja do Seminário Diocesano de Santa Joana Princesa, dando-se assim por concluída a construção do mesmo Seminário, cuja iniciativa ficou a dever-se ao ínclito arcebispo e aveirense D. João Evangelista de Lima Vidal (Correio do Vouga, 17-6-1983) – J.»

"Calendário Histórico de Aveiro" 
de António Christo e João Gonçalves Gaspar

NOTA: A propósito desta efeméride, ofereço aos meus leitores e amigos várias imagens que dão, apesar de tudo, uma pálida ideia da beleza desta igreja. 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

PAPA FRANCISCO — A Revolução Imparável



CUFC: COMO CUIDAR DO PATRIMÓNIO RELIGIOSO?


A Comissão Diocesana da Cultura de Aveiro vai realizar, no dia 28 deste mês, uma ação de formação sobre a melhor forma de cuidar do Património Religioso. A iniciativa terá lugar no CUFC (Centro Universitário Fé e Cultura), entre as 21.30 e as 23 horas,  sendo intervenientes Sandra Costa Saldanha e Vítor Serrão.
Esta é uma boa oportunidade para os participantes tomarem consciência da importância e urgência de cuidarmos do nosso património religioso, muitas vezes de valor incalculável. 


FRANCISCO E TRUMP

Crónica de Anselmo Borges no DN


1 Para ajuizar do encontro entre o Papa e Trump, não basta uma fotografia em que Francisco surge "de rosto fechado", não habitual nele. Esquece-se que uma fotografia fixa um instante, e lá andam os fotógrafos metralhando momentos, que depois põem a circular, para delícia dos comentadores a fazer o que sabem ou não fazer: comentários que outros comentarão para entretenimento difuso ou irritante... Aliás, quando duas pessoas se encontram frente a frente para dialogar e têm jornalistas a observar e fotógrafos a fixar os tais instantes, que ficam "congelados", em que estão verdadeiramente a pensar? Claro que a espontaneidade, que também depende do modo de ser de cada um, fica fragilizada. Mesmo sem jornalistas e fotógrafos, quando duas pessoas com imensas responsabilidades globais se colocam em frente uma da outra, o que se passará lá no mais íntimo? Isso acontece até quando não há essas responsabilidades nem jornalistas nem fotógrafos, mas, claro, tudo fica tremendamente aumentado nas ditas circunstâncias. Porque há o que realmente se pensa (e o que é que realmente se pensa?) e há a diplomacia, o que se pode e o que se não pode nem deve dizer. Por palavras e por gestos.
Francisco até procurou desanuviar a situação perguntando a Melania Trump se o marido lhe "dá a comer potizza". Com um sorriso, ela respondeu: "Sim, delicioso." A potizza é um bolo típico esloveno. A Eslovénia é o país de origem da primeira-dama norte-americana, que se diz que é católica e terá pedido ao Papa para lhe benzer um terço.

2 De qualquer modo, percebe-se que este não foi dos encontros mais exaltantes para Francisco. São bem conhecidos os diferendos existentes entre os dois líderes, que vêm de há muito. Francisco tinha dito que "não é cristão" construir muros, referindo-se à promessa de Trump de levantar um ao longo da fronteira entre os Estados Unidos e o México, tendo Trump respondido que não fica bem a um Papa julgar a fé dos outros, acrescentando, ainda durante a campanha eleitoral: "Se o Vaticano fosse atacado pelo Daesh, que toda a gente sabe ser o derradeiro troféu dos terroristas, garanto-vos que o Papa rezaria para que Donald Trump fosse presidente."
Os pontos de divergência referem-se concretamente à política migratória, à pobreza global e à defesa do meio ambiente. Sobre a imigração, por exemplo, Francisco é claro: "Creio que, em teoria, se não pode fechar o coração a um refugiado", embora acrescentando com realismo: "Também há a prudência dos governantes, que devem ser muito abertos para recebê-los, mas também devem fazer o cálculo de como poder alojá-los, porque não basta receber um refugiado, é preciso integrá-lo." Sobre o meio ambiente e a "ecologia integral" escreveu uma encíclica que fará história, Laudato Sí, e disse recentemente numa conferência de imprensa: "Posso dizer-vos que é agora ou nunca. Os problemas agravam-se a cada ano que passa. Estamos no limite. Se me é permitida uma palavra forte, diria que estamos à beira do suicídio." Sobre a "economia que mata": aí está o "ídolo dinheiro que reina em vez de servir e que tiraniza e aterroriza a humanidade."

3 No fim do encontro no Vaticano, Trump e Francisco desejaram-se "boa sorte". O Papa pediu-lhe que fosse "um instrumento da paz" e Trump escreveu que tinha sido "uma honra ter conhecido Sua Santidade" e que deixava o Vaticano "mais decidido do que nunca a procurar a paz no nosso mundo". Segundo um comunicado da Santa Sé, o encontro foi "cordial" e ambos abordaram "a promoção da paz no mundo" e temas relacionados com a actualidade internacional, concordando em lutar "através da negociação política e do diálogo inter-religioso, referindo especialmente a situação no Médio Oriente e a protecção das comunidades cristãs". Depois, já com o primeiro-ministro italiano, Trump referiu-se ao Papa como "uma grande pessoa", alguém "especial", e ao encontro como "fantástico".
Entretanto, para combater os efeitos da seca, Trump, aparentemente "convertido", prometeu mais 300 milhões de dólares para a luta contra a fome em África. Mas a seguir anunciou a saída dos Estados Unidos dos acordos de Paris sobre o clima.

4 Quando se pensa em Trump, não se pode ficar por uma condenação rasa, pois é necessário perguntar pelas razões que levaram à sua eleição e que se ligam também às ameaças crescentes de nacionalismos e fundamentalismos. De qualquer modo, sobre Trump e Francisco, repito as reflexões de Harvey Cox, pastor baptista, professor em Harvard e um dos mais conceituados especialistas na análise do fenómeno religioso no mundo moderno e contemporâneo. Numa entrevista recente a José Manuel Vidal, Harvey Cox falou de modo entusiasta e elogioso: "Sim, sou um grande admirador de Francisco. Penso que até agora fez coisas maravilhosas. É um dom para a Igreja Católica, para todas as Igrejas..., um dom para todo o mundo. Sei que tem oposição - uma oposição forte e séria - e julgo que precisa que o apoiemos." À pergunta: "O Papa pode ser o único líder global que pode fazer frente a Donald Trump?", respondeu: "Bom... Como alguém disse muito recentemente, o Papa Francisco é o único adulto que resta, o único com maturidade. Penso que um dos problemas com Trump é que é muito infantil. É impetuoso, destemperado, age a partir da ira e não modera os sentimentos. Essa é uma forma perigosa de actuar, e isso é característico das crianças. Há outras coisas. As suas políticas são muito frequentemente más - não todas, mas muitas -, mas preocupa-me a sua falta de temperamento equilibrado. Há uma coisa que o Papa Francisco tem: um sentido maravilhoso de maturidade. Maturidade, equilíbrio e justiça. Estando assim as coisas, julgo que Francisco é um dos poucos muros de contenção -talvez o único - ao que Trump gostaria de fazer."

CREIO EM UM SÓ DEUS: PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO

Reflexão de Georgino Rocha


Festa da Santíssima Trindade

Jesus suscita progressivamente nos discípulos a fé em um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo. Ao longo da sua vida vai fazendo acções, dizendo palavras, provocando e aproveitando encontros que levantam “a ponta do véu” desta verdade insondável, que é a Santíssima Trindade, a festa que, hoje, celebramos. A Igreja, na sua liturgia e na vida cristã que dela decorre, mostra a importância central desta realidade sublime que sempre está presente e nos envolve. Tudo começa “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Tudo se desenrola com “A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco”. Tudo se encaminha para que a assembleia dominical fortalecida com “A bênção de Deus todo poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo” possa ir semear a paz assente na justiça e percorrer os caminhos da vida com alegria e confiança.
O encontro de Jesus com Nicodemos, que João nos narra (Jo 3, 16-18), constitui uma rica oportunidade para fazer a iniciação à vida de Deus na história humana e em cada pessoa. É a partir do agir que se pode chegar ao ser. À semelhança do percurso do rio que leva o explorador peregrino à nascente das águas cristalinas, ao manancial que, de diversos modos, se expande e irriga tudo à sua volta e ao longe.
Nicodemos é uma pessoa influente na classe dirigente dos judeus. Intervém duas vezes em questões referentes a Jesus: quando o querem matar sem julgamento e quando é preciso descer o cadáver da cruz e fazer os preparativos para ser sepultado (Jo 7, 50; 19, 39). Sempre revela a procura da verdade para o seu espírito inquieto, bom senso nas sentenças, ousadia discreta e corajosa na relação pública com Jesus.
Os rumores que lhe chegam a respeito de um novo Rabi, estimulam a curiosidade e impelem a vontade a ir falar-lhe. Aproveita a noite e põe-se a caminho. A noite no Evangelho de João tem uma densidade especial, simbólica. E contrasta bem com a luz do dia, irradiante de verdade e beleza. O silêncio da noite favorece confidências que o bulício  do dia afugenta. E Nicodemos abre o seu coração, desvenda a sua consciência. Surge um diálogo breve, mas profundo, seguido de uma declaração didática em que Jesus faz a sua primeira auto-revelação: “De tal modo Deus amou o mundo que entregou o seu Filho Unigénito… para que o mundo seja salvo por Ele”. Esta declaração constitui o coração do diálogo e, de algum modo, do próprio Evangelho. É precedida de outras afirmações de Jesus e perguntas de Nicodemos, que manifesta estar deveras surpreendido. As suas expectativas estão longamente superadas, sobretudo pela garantia dada pelo Rabi da Galileia: “Ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nasce da água e do Espírito”.
O relato de João segue uma linha que vai aclarando quem é Deus: O Pai ama o Filho e este corrresponde-Lhe em reciprocidade de amor. O amor recíproco origina uma nova pessoa: O Espírito Santo. Todos unidos no e pelo amor; cada um diferente pelas funções reveladas no seu agir histórico para salvar o mundo. Verdade inacessível à inteligência racional, mas muito apreciada pelo coração humano. Verdade revelada que desvenda a nossa matriz original. Verdade comunicada que humaniza as nossas relações e confirma a nossa vocação/missão comum. Verdade que Jesus transforma em credencial dos seus discípulos ao rezar ao Pai: “Que todos sejam um como nós somos um”.
A Santíssima Trindade habita na consciência de cada pessoa que, necessariamente, tem de ser educada para esta realidade admirável. Ajuda-nos o testemunho de Enzo Bianchi, prior da comunidade monástica italiana de Bose, “Desde pequeno, antes de ir dormir, a minha mãe fazia-me ajoelhar aos pés da cama e com palavras simples fazia-me orar pedindo ao Senhor a sua bênção, a saúde dos nossos queridos, o envio do Espírito Santo, e depois convidava-me a manifestar-lhe reconhecimento e louvor. Por isso fui habituado a falar com uma Presença invisível. Aliás, há realidades invisíveis nas quais acreditamos. Pense-se no vento: não tem rosto, não se vê, e no entanto é uma presença de que todos nos damos conta e na qual acreditamos. No espaço da fé, Deus é uma presença não discernível, não visível, no entanto não só podemos acreditar nele, mas podemos também falar-lhe, abandonar-nos a Ele, esperar o dom do seu Espírito”.
Presença invisível, mas sensível ao nosso espírito, que reforça a dignidade e abre novos espaços à liberdade; que nos proporciona um novo acesso a Deus e nos impele a sintonizar a consciência com Ele e com o agir de Jesus Cristo, e nos faz saborear as alegrias do Espírito Santo. “Bendito seja Deus que fez de mim o Seu templo e quis habitar neste corpo já envelhecido pelos anos”, dizia em atitude de agradecimento humilde uma idosa que se aproximava dos noventa.
Presença invisível, mas actuante no agir da pessoa humanizada, reflexo e imagem da glória de Deus. Vale a pena meditar a declaração pública do Padre Rafael Garrido, Provincial da Companhia de Jesus, em nome dos jesuítas da Venezuela, de que se destaca este parágrafo: “Nós, jesuítas, trabalhamos em conjunto com dezenas de milhares de pessoas, entusiasmados pela vida, pela vocação e pelo trabalho, "a maior glória de Deus". Jesus nos ensina que a maior glória de Deus está em que os homens e mulheres tenham dignidade para viver e que essa nova vida não pode ser construída com o ódio e com a morte. Agradecemos por seu trabalho generoso em condições difíceis e recursos financeiros precários”.
Festa da Santíssima Trindade, convite a reabilitar a nossa dignidade e a empenhar-nos para que a humanidade viva como família de Deus.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

CASA DA MÚSICA VAI ABRIR PORTAS NO DIA 18




A Casa da Música, prometida há muito, vai abrir portas no próximo dia 18, domingo, pelas 17 horas, garantidamente com festa. Vai servir a Filarmónica Gafanhense e o Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, com espaços independentes e partilha de zonas comuns. Depois de tantos anos de espera, tenho a certeza de que chegou a hora para todos nos congratularmos com esta inauguração, augurando grandes êxitos para aquelas instituições com tantos sonhos e projetos, rumo a novos dinamismos culturais.


PRÉMIO CAMÕES PARA MANUEL ALEGRE


PORTUGAL 

O teu destino é nunca haver chegada
O teu destino é outra índia e outro mar
E a nova nau lusíada apontada
A um país que só há no verbo achar

Manuel Alegre,
in "Chegar Aqui"

MARCHAS SANJOANINAS A CAMINHO


Estão para breve as Marchas Sanjoaninas. Os ensaios devem estar a decorrer, em força, para que tudo saia perfeito, de modo a agradar a todos. Dirigentes, ensaiadores, autores das músicas e das letras, dançadores e dançarinas, sem esquecer os trajes a condizer com os temas, que serão segredo até ao dia da apresentação. E quem ganhará? Todos, certamente.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

EFEMÉRIDE — MUSEU DE SANTA JOANA

1912 – 7 de junho

«Atendendo à proposta do Conselho de Arte e Arqueologia da 2.ª Circunscrição, Coimbra, o Governo da República, por uma portaria da 2.ª Repartição da Direcção-Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial do Ministério do Interior, criou um museu no edifício do extinto Mosteiro de Jesus e nomeou uma comissão local para o organizar e administrar que, por sua vez, escolheria para presidente o Dr. Jaime de Magalhães Lima e para secretário João Augusto Marques Gomes (Diário do Governo, n.º 135, 11-6-1912, pg. 2075; Arquivo, XLI, pgs. 241 e ss., onde aliás se erram datas) – A.»

“Calendário Histórico de Aveiro” 
de António Christo e João Gonçalves Gaspar



NOTA: Faz hoje a bonita idade de 105 anos o Museu de Aveiro, mais conhecido por Museu de Santa Joana. O que se recorda, realmente, é a decisão do Governo da República de o criar, tendo sido nomeado para o cargo de presidente o Dr. Jaime de Magalhães Lima, conhecido e multifacetado escritor, mas também um amante da natureza e da cultura em geral. Recordo, hoje e aqui, a propósito da sua paixão pela natureza, um livro que li e reli — Entre Pastores e nas Serras —, em que descreve uma viagem à serra do Caramulo, que ele considerava a mais bonita de Portugal. Há uns dois anos tive a curiosidade e o prazer de calcorrear caminhos de aldeias que ele calcorreou há mais de 100 anos. 

F.M.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Helena Semião


Neste mês de junho, mês dos Santos Populares, a rubrica “A Nossa Gente” é dedicada a Helena Semião, Presidente de Direção das Pestinhas – Grupo de Dança – Associação Cultural. 
Natural da Gafanha da Nazaré, Helena Semião nasceu a 24 de novembro de 1966. Iniciou os seus estudos na Escola Primária da Cale da Vila, seguindo-se o 5.º ano no Ciclo de Aveiro, o 6.º no Ciclo da Gafanha da Nazaré e o 7.º no Liceu de Ílhavo, atualmente Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes. 
Não tendo possibilidade de continuar os estudos, agarrou-se a todas as oportunidades que a vida lhe proporcionou com o objetivo de poder gerir a sua vida. Ainda muito jovem trabalhou numa obra, numa padaria e na lavoura, mas havia algo que queria muito fazer: dançar. 
Com apenas 18 anos tentou formar um grupo de dança, na Senhora dos Campos (Colónia Agrícola), mas o seu projeto não vingou. Juntou-se ao Rancho Folclórico “As Ceifeiras” da Gafanha da Encarnação, onde tocava acordeão. Mas o seu sonho era dançar e, cerca de um ano e meio depois, desistiu do Rancho para ingressar no Estúdio Cem, em Aveiro. À hora do almoço e depois do trabalho ia aprender aquilo que sempre sonhara. A sua primeira atuação aconteceu no Rossio e a partir daí nunca mais parou. 
Voltou ao seu projeto antigo, num convívio de amigas, e criou um grupo de dança na Gafanha da Nazaré. Inicialmente constituído por oito meninas, o grupo ensaiava na rua, depois numa sala da casa dos pais de Helena e, mais tarde, numa garagem. O grupo cresceu e, numa festa de Catequese na Igreja Matriz da Gafanha da Nazaré, apresentou duas coreografias, que foram muito apreciadas e aplaudidas, dando motivação a Helena Semião para continuar, dando ao grupo o nome de “Pestinhas”. 
Das inúmeras atuações que foi realizando ao longo do tempo, Helena destaca a participação no programa de televisão “SIC 10 horas” com a apresentadora Fátima Lopes, motivo que a levou a formalizar o grupo em 2007. O Grupo de Dança Pestinhas ensaiou durante vários anos no Centro Cultural, agora Fábrica das Ideias, e no Mercado, na Gafanha da Nazaré. Atualmente, os ensaios realizam-se num espaço junto à Escola da Cale da Vila e está aberto, gratuitamente, a todas as crianças e jovens que queiram juntar-se ao projeto.
Dinâmica, criativa e lutadora, Helena Semião idealiza as coreografias e desenha os modelos de roupa sempre aliados aos temas que também ela escolhe, imprimindo originalidade naquilo que faz. 
Depois da participação no Carnaval de Vale de Ílhavo e no Concurso de Hip-Hop Dance, Helena Semião volta a ser a porta estandarte do Grupo Pestinhas que, pelo nono ano consecutivo, vai participar nas Marchas Sanjoaninas de Ílhavo, que vão decorrer nos dias 17, 23 e 24 de junho, pelas 22h00, na Gafanha da Nazaré, na Praia da Barra e na Praça da Casa da Cultura de Ílhavo, num momento de divulgação da criação artística nas vertentes da coreografia, música, poesia e demais requisitos envolvidos nesta atividade. 
O percurso de 50 anos de vida e de 25 anos de Pestinhas de Helena Semião é a prova provada de que, com trabalho, esforço e dedicação, os sonhos podem tornar-se realidade.

Fonte: Agenda “Viver em…” da CMI

NOTA: Congratulo-me com esta distinção atribuída a Helena Semião, ao ter sido incluída na rubrica "A Nossa Gente”, pelo trabalho de tantos anos em prol da dança com arte. Helena Semião, que conheço e cujo dinamismo aprecio, ao serviço das “Pestinhas, Grupo de Dança — Associação Cultural” da Gafanha da Nazaré, tem provado à saciedade que, com força de vontade e muito trabalho, é sempre possível enfrentar desafios e avançar com projetos em prol da comunidade, na certeza de que dos fracos não reza a história. 
Por esta forma felicito a Helena Semião e todos quantos usufruem da sua paixão pela dança, quer sejam crianças e jovens, quer mais idosos. O que importa realmente é promover a alegria, o otimismo e o gosto pelas artes, neste caso, pela dança.

Ler entrevista que me concedeu aqui 

F. M. 

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