um projeto do 8.º E
No teu olhar eu encontro o meu
Norte,
Como se a vida ganhasse mais sorte.
É um brilho doce, dificil de
esquecer,
parece que fala sem nada dizer.
O teu olhar me desarma de leve,
como se o mundo de repente se
escreve.
É ponte, é braço, porto seguro,
é sonho guardado num tempo futuro.
E quando ele pousa assim sobre
mim,
eu quase esqueço onde tudo tem fim.
Porque um olhar pode muito mudar,
só ele já sabe o que quer revelar.
Vitória, 8.º ano
Nota: Poema publicado no jornal TIMONEIRO.
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