1. Especialmente desde os tempos do chamado positivismo, criado por Augusto Comte (1798-1857), daí para cá, os argumentos da razão humana se esforçaram mais em provar a ausência de Deus que a sua significativa existência como dadora de sentido à vida. Na filosofia anterior, mesmo com a dúvida simbolizada em Descartes (1596-1650), o pai da filosofia moderna, há lugar para ver além dos cálculos visíveis. O positivismo de meados do séc. XIX (o acreditar unicamente naquilo que se pode ver, experimentar, medir, calcular, dando a entender que tudo tem fórmulas…!) rapidamente cresceu, buscando o ser humano uma autonomia tal a ponto de julgar-se não precisar de ninguém. Neste encadeamento, após a designada filosófica «morte de Deus» pelo niilismo de Nietzshe (1844-1900), considerar-se-á que os outros são uma atrapalhação («o inferno são os outros», dirá o existencialista Sartre (1905-1980).
Leia mais em Alexandre Cruz
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Publicação em destaque
PELA POSITIVA CHEGOU AO FIM
Saudações especiais para todos os amigos leitores. Terei de seguir outros caminhos porque parar é morrer. Fernando Martins
Os meus blogues
-
O maior lago de água doce dos Açores situa-se nas crateras vulcânicas da Ilha de São Miguel. O lago é composto por duas lagoas – uma verde...
-
De Arganil, rumei a Piódão, uma Aldeia Histórica que é uma referência nacional. Foram 41 quilómetros por estrada que serpenteia a Serra do A...
-
A Varina da Murtosa, foto publicada no livrinho "Os Povos do Baixo Vouga", de Jaime de Magalhães Lima, aqui fica para não se pe...

Sem comentários:
Enviar um comentário