domingo, 13 de abril de 2008

AÇORES - A minha homenagem

O João Paulo, cicerone, e a Lita

A colocação de um filho nos Açores, como professor, permitiu-me sentir, na pele e no espírito, a realidade da ausência. Eu sei que hoje a vida obriga a isso, como outrora obrigava à emigração, quantas vezes sem regresso. Não é o caso. Os Açores são Portugal, indubitavelmente. Pelas suas ilhas, que eu saiba, não há sinais de independência nem mal-estar em relação ao "continente" e aos "continentais".
A minha homenagem vai, então, para quantos, deixando o seu meio, são obrigados, por força das circunstâncias e por necessidade de trabalho, a dar um salto até aos Açores.

2 comentários:

  1. É o meu caso, caro Professor Fernando. Obrigada pela homenagem.
    Já cá estou há 7 anos, mas em São Miguel.
    O segredo está, em ao deixarmos o nosso meio, conseguirmo-nos integrar noutro meio, tornando-o nosso.

    Um abraço
    Alda Casqueira

    ResponderEliminar
  2. Obrigado Alda, pelo teu contacto. Formulo votos de que continues a sentir-te bem no meio do Atlântico.
    Cumprimentos amigos

    Fernando

    ResponderEliminar

Publicação em destaque

PELA POSITIVA CHEGOU AO FIM

 Saudações especiais para todos os amigos leitores. Terei de seguir outros caminhos porque parar é morrer. Fernando Martins

Os meus blogues

Seguidores