sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Caprichos da natureza

 

A Natureza é fértil em caprichos. Só não os vê quem não quer.  Este está no  Jardim Oudinot.

domingo, 25 de janeiro de 2026

O TEMPO


 

Há 60 anos, a revolução do Concílio Vaticano II

A 11 de Outubro de 1962, o Papa João XXIII inaugurou em Roma o II Concílio do Vaticano, que foi encerrado pelo Papa Paulo VI no dia 8 de Dezembro de 1965 — há, portanto, 60 anos. Não há dúvida de que o Concílio Vaticano II foi um dos acontecimentos maiores e decisivos do século XX. É impossível imaginar o que seria a Igreja católica e por arrastamento o mundo sem o Concílio. Não é, porém, difícil supor que a Igreja se teria tornado um bloco marmóreo a dar guarida a um museu de coisas religiosas.
Quem quiser aproximar-se da situação vá ler os manuais de teologia dogmática, de teologia moral, de direito canónico, de liturgia, por onde estudavam os futuros padres antes do~Concílio, e pense, por exemplo, que na década de cinquenta do século XX ainda se proibia às freiras a leitura da Bíblia, ou que estava em vigor o Índex ou lista dos livros proibidos ao católicos, onde figuravam não apenas os teólogos críticos, mas também — só exemplos — Copérnico e Galileu, Descartes e Pascal, Hobbes, Locke e Hume, a Crítica da razão pura de Kant, evidentemente Rousseau e Voltaire,´também Comte, os grandes historiadores Condorcet, Ranke, Taine, igualmente Diderot e D'Alembert, os juristas e filósofos do Direito Grotius, Von Pufendorf, Montesquieu, a nata da literatura moderna, de Heine, Vítor Hugo, Lamartine, Dumas pai e filho, Balzac, Flaubert, Zola, a Leopardi e D'Annunzio, entre os mais~recentes, Sartre, Simone de Beauvoir, André Gide... Perante isto, quem não mantiver algum humor fica atónito.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

PARA RECORDAR - FAROL

 

O Google tem destas coisas: leva-nos a recordar. Desta feita, garantiu-me que publiquei esta foto há nove  anos

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

"Não há portugueses puros, somos europeus"

O Presidente da República defendeu no Parlamento Europeu que a integração europeia transformou de forma decisiva a História de Portugal, das suas relações com Espanha e do papel da Europa no mundo, deixando também um aviso aos Estados Unidos ao pedir uma relação de aliança “a cem por cento”, sem “hiatos, intermitências ou estados de alma”, numa referência implícita a Donald Trump.

Marcelo Rebelo de Sousa discursou depois do rei de Espanha, Felipe VI, nas comemorações dos 40 anos da adesão espanhola à então Comunidade Económica Europeia, sublinhando que a entrada simultânea de Portugal e Espanha, em 1986, representou uma rutura histórica após séculos de conflitos e instabilidade entre os dois países.

NOTA: Das Redes Socais