sábado, 21 de março de 2026

Pára e Pensa: O ser humano: mistério para si mesmo

Crónica semanal 
de Anselmo Borges

A questão que o ser humano é para si mesmo mostra-se paradoxal. Por um lado, é inevitável: o abismo insuperável entre o que espera e quer ser e o que realmente alcança, obriga-o a perguntar: o que sou?
Que ser é esse que é entre ser e não ser e que nunca é plenamente? Por outro lado, a questão é insolúvel, porque, para conhecer-se, o ser humano precisava de saltar para fora de si em ordem a poder ver-se de fora, objectivamente. Ora, precisamente este salto é impossível.

sexta-feira, 20 de março de 2026

O desafio ecológico


Já lá vai o tempo de eu, mais novo, participar em tertúlias e outros acontecimentos culturais, por prazer e obrigações jornalísticas. E tenho muitas saudades de ouvir e ver altos vultos do saber. Agora, retido na  minha habitação familiar, limito-me a ler e a anunciar, ao jeito de aconselhar.

Júlio Dinis passou pela Gafanha

Gosto de reler de quando em vez escritos diversos dos meus blogues. Reler é reviver momentos agradáveis de estórias lidas e ouvidas na minha vida já longa. No fundo, são prazeres inolvidáveis que gosto de partilhar. Daí, o escrito sobre a passagem de Júlio Dinis pela Gafanha, que publiquei aqui.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Flores Secas


 Flores secas. Secas mas com vida, ou não trasnsmitissem elas a sua beleza  que não mais acaba.

O meu pai sabia amar muito

Celebra-se hoje, 19 de Março, o Dia do Pai. Também a Igreja celebra S. José. Associo muito o meu pai a S. José. Ambos trabalhadores com responsabilidades familiares. Ambos humildes e dados a um certo e normal silêncio. Ambos conscientes dos seus deveres sociais, culturais  e religiosos. Ambos crentes num Deus Criador. Ambos disponíveis para enfrentarem dificuldades. Ambos com grande capacidade de sacrifício. E ambos sabiam amar muito.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Mastros e mais mastros

 

Mastros e mais mastros... A nossa ria é fértil em imagens como estas.

terça-feira, 17 de março de 2026

Ruas da Gafanha da Nazaré

Rua Santa Helena 

Na Gafanha da Nazaré, encontra-se a rua que homenageia Santa Helena, a mãe do imperador Constantino, nascida provavelmente em Drepamin (na Bitínia, junto ao Golfo da Nicomédia, na atual Turquia, cidade mais tarde chamada Helenópolis) e convertida ao cristianismo, tal como o seu filho, o qual, como imperador, concedeu a liberdade de culto aos cristãos no ano 313. 
Aos 78 anos de idade, Helena realizou uma peregrinação à Terra Santa, onde mandou construir as basílicas da Natividade, em Belém, e da Ascensão, no Monte das Oliveiras, iniciativa que inspirou Constantino a construir a Basílica da Ressurreição. 
A Igreja Católica festeja Santa Helena a 18 de agosto.

C.F.

Nota: Cardoso Ferreira, um jornalista que conheço há bons anos,  continua a publicar curiosidades da nossa terra. Sobre a Cafanhada Nazaré, tem duvulgado diversdas notas alusivas  às nossas ruas, com curiosidades interessantes. Obrigado, Cardoso.