Para esta semana, sugiro a leitura do blogue do jornalista Pedro Rolo Duarte, que se destaca pelas suas mensagens carregadas de oportunidade. Também propõe "O blog da semana" e "Uma boa frase" e outras curiosidades dignas de apreciação. Penso que merece uma visita.
domingo, 20 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
Schoenstatt em Ano Jubilar
Schoenstatt em sintonia
com a Missão Jubilar da Diocese de Aveiro
Procedeu-se ontem, 18 de outubro, com uma eucaristia presidida por D. António Francisco, Bispo de Aveiro, à abertura do Ano Jubilar do centenário da fundação do Movimento de Schoenstatt, que ocorreu em 1914, por iniciativa do Padre José kentenich. Numa capelinha de Schoenstatt, o fundador conseguiu motivar jovens seminaristas a estabelecerem uma Aliança de Amor com Nossa Senhora, Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável, que hoje é venerada um pouco por todo o mundo cristão. O Santuário da Colónia Agrícola da Gafanha da Nazaré, o segundo em território português depois de Lisboa, foi inaugurado em 21 de outubro de 1979. Em 21 de setembro de 1993, D. António Marcelino declarou-o Santuário Diocesano. Como desde a primeira hora, este e outros Santuários de Schoenstatt são espaços de acolhimento e oração, mas também de conversão e de envio apostólico, assumindo desde a primeira hora, entre nós, a sua ligação plena à Diocese de Aveiro.
O Padre Carlos Alberto afirmou na abertura da cerimónia de ontem que o Movimento de Schoenstatt se mantém unido à Missão Jubilar da Igreja aveirense. E acrescentou, parafraseando o Bispo de Aveiro, quando D. António sublinhou que «toda a missão é um esforço de reprodução do ser e do agir de Jesus»: «Nós queremos realizá-la em aliança com Maria. Ao iniciar o centenário dessa Aliança na espiritualidade de Schoenstatt,. expressamos esse mesmo amor à Igreja como compromisso que hoje assumimos de novo na presença do Senhor Bispo, D. António Francisco dos Santos.»
Nota: Por dificuldades pessoais, não me referi à homilia proferida por D. António Francisco, o que farei logo que possível.
O mar dentro de casa
O mar bem perto de mim

O mar está sempre nos horizontes das gentes gafanhoas e não só. E eu até tenho o gosto de o ver, bem na minha frente, quando estou em hora de leituras. Quando descanso, retirando os olhos das páginas de um qualquer livro, é certo e sabido que sinto o mar dentro de um expositor que minha mulher, a Lita, teve a bondade de colocar na mesinha do centro da minha tebaida.
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Ateísmo, agnosticismo, teísmo
| Anselmo Borges |
A modernidade tem como característica fundamental a nova visão científica da realidade. A problemática é de tal modo decisiva que o filósofo e teólogo Javier Monserrat advoga a convocação de um Concílio para confrontar a fé com esse novo dado - ver Hacia el Nuevo Concilio, de onde partem as reflexões que se seguem.
Alguns resultados estão alcançados. 1. Para a ciência actual, o universo todo, incluindo a consciência, "produziu-se pelas propriedades ontológicas e dinâmicas da matéria que foi produzida no big bang com altíssima densidade e energia". 2. Estamos em presença de um mundo real e aberto. 3. Este mundo aparece-nos ordenado finalisticamente. Trata-se de uma "ordem viva" e "ordem antrópica". De qualquer modo, apresenta-se como um mundo enigmático, sendo possíveis três conjecturas metafísicas: ateísmo, agnosticismo, teísmo.
Fazei-me justiça, Senhor
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| Georgino Rocha |
O contraste é radical, embora não pareça. Surge na parábola “da pobre viúva e do juiz iníquo” narrada por Jesus a propósito da necessidade de fazer oração sem desanimar. Faz parte da sua pedagogia narrativa e visa provocar os discípulos. Manifesta a diferença abissal entre o proceder de Deus e o do juiz sem escrúpulos. Realça a figura da viúva incansável na procura da justiça que lhe é devida. “Retrata”, de algum modo, a situação actual.
Apesar de tantos profissionais qualificados pelo seu desempenho, é clamor generalizado contra o funcionamento da justiça: burocracia complexa, tráfico de influências, recursos fáceis e lentidão nos processos, adiamento de prazos, leis com “alçapões” de refúgio para os mais hábeis, custos avultados. A nível pessoal e internacional. O mundo está “doente” tal a grandeza e extensão do que acontece e é fomentado por interesses egoístas descarados ou ocultos.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Jejum de televisão
Tenho estado a viver uma experiência enriquecedora, com a televisão fechada para me não distrair com o que os diversos canais nos oferecem. Eu sei que há canais temáticos de interesse e que mesmo as nossas televisões nos brindam, de vez em quando, com belos programas. Não nego essa realidade, mas tenho confirmado que me perco com banalidades, ficando sem tempo para leituras e outras alegrias, nomeadamente a escrita.
Com a televisão ligada, caio na tentação de esperar por algo mais e melhor, coisa que raramente acontece nesta grande janela que dá para o mundo, apesar de tudo importante, sobretudo quando nos mostra realidades da aldeia global que é o planeta em que moramos. Mas a opção por fechar a televisão prende-se, também, com o muito que se acumula na mesa e nas estantes, à espera de ser lido. Livros, revistas e jornais, sobretudo.
Com este jejum, tenho sentido uma certa paz de espírito e uma tranquilidade enorme para viver à minha maneira, com filhos e netos que me vão dando o prazer das suas conversas, dos seus sorrisos e até brincadeiras. E quando eles se vão, que as suas vidas são de trabalhos persistentes, então tenho os amigos, os livros, sempre disponíveis para me ensinarem, formarem, informarem e divertirem, numa ação pedagógica extensiva a todo o universo...
Com este jejum, tenho sentido uma certa paz de espírito e uma tranquilidade enorme para viver à minha maneira, com filhos e netos que me vão dando o prazer das suas conversas, dos seus sorrisos e até brincadeiras. E quando eles se vão, que as suas vidas são de trabalhos persistentes, então tenho os amigos, os livros, sempre disponíveis para me ensinarem, formarem, informarem e divertirem, numa ação pedagógica extensiva a todo o universo...
Fernando Martins
Humanidade às cegas
«Tanto jornal, tanta rádio, tanta agência de informações, e nunca a humanidade viveu tão às cegas. Cada hora que passa é um enigma camuflado por mil explicações. A verdade, agora, é uma espécie de sombra da mentira. E como qualquer de nós procura quase sempre apenas o concreto, cada coisa que toca deixa-lhe nas mãos o simples negativo da sua realidade.»
Miguel Torga
(1907-1995), escritor
Li no Correio do Vouga
Nota: Eu apenas acrescentaria "Tanta Televisão"
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