quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Conversa com Deus
Tempo e dinheiro
Um homem reza a Deus:
- Senhor, gostaria de te fazer uma pergunta.
- Podes perguntar o que quiseres, responde Deus.
- Senhor, é verdade que para ti um milhão de anos é apenas um segundo?
- Sim, é verdade. Até vem nos Salmos. Mil anos são como o dia de ontem que passou.
- Bem, nesse caso também podemos dizer que um milhão de euros, para ti, são uns meros trocos, não é?
- Sim, um milhão de euros não passa de um cêntimo.
- Então, nesse caso, Senhor, podes dar-me uns cêntimos?
- Claro - responde Deus -, espera uns segundos.
In CV
Inverno com seus encantos
O inverno, estação fria e triste, também tem os seus encantos. Esta imagem de uma nogueira ainda adormecida e dominada pelo torpor da invernia agreste que hoje desapareceu, como que por magia, mostra bem como é possível a beleza em qualquer situação. No inverno e longe dele, como hoje soube apreciar.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Centro Sociocultural da Costa Nova
Igreja da Costa Nova
Segundo informa o Executivo Municipal, vai ser elaborado o projeto do edifício para o Centro Sociocultural da Costa Nova. Aquele edifício vai ficar localizado entre a Capela Nova e as instalações do CASCI, integrando no mesmo edifício duas componentes autónomas em termos de relação funcional e de vivência, diferenciando-se uma área para atividades socioculturais (salas de reuniões, auditório polivalente com palco) e outra para a instalação da Extensão de Saúde.
Museu Marítimo de Ílhavo vai ser ampliado
MMI
O Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) vai ser ampliado em zona anexa ao edifício actual. As obras vão contemplar a instalação de um aquário para bacalhaus, uma área social para a realização de pequenas reuniões, conferências e workshops, bem como um espaço para investigação. A intervenção de ampliação do MMI representa um dos novos projectos que irão integrar o Programa de Regeneração Urbana do Centro Histórico de Ílhavo.
Deus nos livre das pessoas de uma só ideia
Leitura, uma paixão que abre
horizontes de vida
António Marcelino
horizontes de vida
António Marcelino
Veio-me cair às mãos um velho provérbio hindu que diz assim: “ Um livro aberto é um cérebro que fala; fechado, é um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora”.
O mundo não está perdido de todo enquanto se dão prémios famosos, tanto aos cientistas, inventores e investigadores, obreiros da paz, como aos escritores. Esperamos que a contestação que se gera, por vezes, à volta da escolha dos galardoados, não venha a atingir os campos seleccionados, mormente dos escritores, dada a pouca atenção que as novas gerações, em geral, e não só, vêm dando à leitura.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Meio Milhão de Entradas
A Ria sempre presente
Hoje, 18 de janeiro de 2011, o contador do meu blogue regista o expressivo número 500 000. Meio milhão de entradas diz bem do interesse dos meus leitores pelo que se escreve neste espaço da blogosfera. E se tivermos em conta que se trata de um blogue generalista, onde a maledicência, a pornografia e os ataques pessoais não têm lugar, mais feliz me sinto pelo passo que dei numa altura em que alguns julgaram que me restava um sofá e o aconchego do lar, ao fim de uma longa vida de trabalho com outros e para outros, alunos e não só. A blogosfera, porém, abriu-me novas pistas de trabalho, novos horizontes e novas portas de partilha de saberes e de solidariedade com a humanidade que me cerca e a que pertenço com orgulho. Daqui, deste meu recanto que é o meu farol para ver mais longe e mais nítido, saúdo quantos regularmente me visitam, pedindo a todos que reforcem a proximidade, rumo a um mundo muito melhor, porque mais justo, mais fraterno e muito mais solidário.
Fernando Martins
Metade dos portugueses diz que o país está pior do que antes do 25 de Abril
«Quase metade (46 por cento) dos portugueses considera que as actuais condições económicas e sociais são piores do que há 40 anos. O desemprego é o maior desafio e a desconfiança face ao Governo e aos políticos é generalizada.»
NOTA: Mal vai a nossa democracia se entre nós, portugueses, se instalar a ideia de que o país está pior do que há 40 anos. Uma sondagem, publicada no PÚBLICO, afirma isso, mas eu não creio que, de coração e conhecimento pessoal, alguém afirme tal barbaridade. O descontentamento, o desespero, a angústia do desemprego, a raiva contra os maus políticos que por vezes nos desgovernam e a falta de horizontes com futuros risonhos à vista levam a afirmações destas. Eu não acredito que os portugueses queiram voltar a um passado tão tristonho.
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