quinta-feira, 25 de maio de 2006

Divorciados recasados

Divorciados recasados e a Eucaristia É uma questão delicada e atinge cada vez mais cristãos: os divorciados que decidem refazer a sua vida voltando a casar. Por isso, impõe-se que se conheça o que diz a Igreja sobre isso e que propostas pastorais há para estas pessoas. Numa iniciativa da Escola de Pais da Vera Cruz, o Pe Manuel Joaquim Rocha, vigário judicial do Tribunal Diocesano, abordará o tema “Divorciados recasados e a Eucaristia”. A sessão, aberta a todas as pessoas, está marcada para o dia 26 de Maio, no Salão Paroquial da Vera Cruz, às 21h30.

Um poema de Sophia

Um dia Um dia, gastos, voltaremos A viver livres como os animais E mesmo tão cansados floriremos Irmãos vivos do mar e dos pinhais. O vento levará os mil cansaços Dos gestos agitados irreais E há-de voltar aos nossos membros lassos A leve rapidez dos animais. Só então poderemos caminhar Através do mistério que se embala No verde dos pinhais na voz do mar E em nós germinará a sua fala.

Época balnear começa a 1 de Junho

Praia da Barra
Quercus diz que
qualidade da água nas praias
melhorou em 2005
Nas vésperas do início da época balnear, a 1 de Junho, a Quercus faz uma avaliação positiva da qualidade da água nas praias, dizendo que melhorou no ano passado. No entanto, a associação ambientalista lembra a persistência de alguns problemas. “Houve um ligeiro aumento da fracção de praias más, mas um aumento significativo de praias boas em detrimento de aceitáveis”, revela a Quercus, com base na informação pública oficial disponibilizada no site http://www.vivapraia.com e no Relatório sobre a Qualidade das Águas Balneares elaborado pelo Instituto da Água.
Em Portugal existem 478 praias não interditas ao público, sendo que 407 são costeiras e 71 interiores. Estas continuam a apresentar pior qualidade que as costeiras, constata a Quercus, em comunicado.
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Fonte: PÚBLICO

Ria de Aveiro por estes dias

RIA DE AVEIRO
COM SEUS RECANTOS
E ENCANTOS
Porto de pesca costeira

Costa Nova

Torreira

quarta-feira, 24 de maio de 2006

DIA MUNDIAL SEM TABACO - 31 DE MAIO

COMEMORAÇÃO
DO DIA MUNDIAL
SEM TABACO
EM AVEIRO
O Dia Mundial Sem Tabaco vai ser assinalado no próximo dia 31 de Maio, decerto por todo o mundo mais atento à saúde das pessoas e do ambiente.
No Dia Mundial Sem Tabaco pretende-se, sobretudo, sensibilizar a população para os malefícios do tabaco e para as consequências, em termos de saúde humana, que o hábito de fumar poderá provocar.
Em Aveiro vai haver uma sessão especial para isso, no final da qual serão realizados rastreios aos fumadores, medindo o nível de monóxido do carbono, um dos principais tóxicos do tabaco.
A iniciativa, a cargo das Clínicas “Amo-te Vida”, conta com o apoio da Câmara Municipal de Aveiro, e vai decorrer no dia 31 de Maio, pelas 16.30 horas, no Pequeno Auditório do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.

Intolerância Religiosa

Intolerância étnica
e religiosa
aumenta na Europa
A situação na Europa relativamente à intolerância étnica e religiosa é “muito grave”, manifestando-se num recrudescimento de manifestações de racismo e discriminação. O alerta foi deixado pelo representante especial das Nações Unidas para o racismo e a discriminação racial, Doudou Diene. Este responsável interveio na Conferência Eruomed sobre “Racismo, xenofobia e media”, promovida em Viena pela presidência austríaca da UE e a Comissão Europeia. Diene lembra que, ao lado de antigas formas de discriminação, surgem “novas e mais complexas acções de violência e rejeição”. O resentante especial das Nações Unidas para o racismo e a discriminação racial apontou dois fenómenos particularmente graves: a “banalização do racismo” e a “legitimação intelectual” de formas de xenofobia e intolerância. A inclusão de movimentos de extrema direita em cada vez mais países europeus é um sinal desta situação, defendeu. Doudou Diene lembrou ainda que, durante os acontecimentos que sacudiram a periferia de Paris, no final de 2005, emergiu uma outra realidade, a islamofobia. A Europa, frisou, está a perder a sua identidade para adquirir uma nova, multiracial e multicultural, o que gera uma série de implicações visíveis nestas manifestações de violência.
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Fonte: Ecclesia

CNIS pronta para a aposta nos Cuidados Continuados

Instituições pedem
condições para
apostar na qualidade
A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) espera que a criação de uma Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde a Idosos e Dependentes não exclua as IPSS. Esta preocupação foi ontem manifestada a Inês Guerreiro, coordenadora nacional desta Rede. O programa, vocacionado essencialmente para idosos e dependentes, pretende garantir tratamentos médicos continuados após alta hospitalar. Eugénio da Fonseca, presidente-adjunto da CNIS, explica à Agência ECCLESIA que, no encontro, se procurou definir “qual o contributo que as Instituições podem dar para a execução deste programa e com que recursos podem contar para a sua concretização”. Este responsável lembra que “boa parte” das IPSS também prestam cuidados de saúde, sobretudo junto da população idosa. Nesse sentido, a CNIS tenciona fazer um estudo para saber “qual a taxa de idosos dependentes que tem nos seus equipamentos”, como forma de perceber qual o impacto que este programa poderá ter. Uma segunda medida passar por “fazer uma apresentação do programa a todas as Instituições que trabalham com pessoas idosas”, numa sessão a organizar em Fátima, numa data ainda a definir. O novo modelo de cuidados continuados integrados de Saúde e Apoio Social foi apresentado pelo Primeiro-Ministro e pelos Ministros do Trabalho e da Solidariedade Social e da Saúde, e centra-se na definição, programação e progressivo desenvolvimento de um conjunto de serviços que tem por objectivo dar resposta às necessidades de saúde e apoio social das pessoas idosas e cidadãos em situação de dependência. O presidente-adjunto da CNIS acredita que o programa “não coloca em causa nada do que as Instituições estão a fazer” e que as mesmas não estão obrigadas a aderir ao mesmo. “O que todos queremos é uma prestação de serviço com maior qualidade, sabendo nós que a qualidade acarreta exigências que têm de ser solidariamente partilhada”, aponta, referindo a necessidade de apostar na “formação de recursos humanos” e de reconverter equipamentos. Para o futuro, Eugénio da Fonseca deixa votos de que aconteça uma maior articulação “entre o social e a saúde”.
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Fonte: Ecclesia

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