sábado, 5 de setembro de 2026

ÁGORA - Um livro para reler

ÁGORA é um livro de poemas de Ana Luísa Amaral que recomendo. A edição é da ASSÍRIO & ALVIM e cada poema tem uma ilustração adequada. Já o li e reli várias vezes, mas admito que haja quem não goste. Há, realmente, gostos para tudo.

Na contracapa tem o poema A LESTE DO PARAÍSO que aqui publico como desafio:

:::

Antes ser tudo e livre
do que bom mas humilde

Assim pensara então

e agira

E o oriente lhe foi destinado:
terra de mil castigos
de difíceis colheitas; mais
suor

só depois descobriu
que lá o sol nascia
e que podia falar das coisas
todas

Mas com quem?



NOTA: Ana Luísa Amaral faleceu em 5 de agosto de 2022

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

O meu propósito...

REAFIRMO

“O meu propósito, a partir de hoje e neste espaço, situa-se na linha dos que apostam, no dia-a-dia, num mundo muito melhor. Não simplesmente pelo protesto, que será sempre a via mais fácil e menos estimulante, mas fundamentalmente pela defesa do bem, do belo, dos afectos, em suma, dos valores que enformam a nossa civilização.
Pela Positiva vai ser o meu lema de todos os dias, quer na análise dos mais diversos acontecimentos, quer pela divulgação do que vou lendo, quer pela defesa do que vou reflectindo, quer, ainda, pela partilha de gestos, porventura ignorados ou marginalizados, que são matriz de uma sociedade mais justa e mais fraterna.
De bom grado se aceitam sugestões, desde que venham pela positiva.”

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Lugar da Senhora dos Campos

 

O lugar da Senhora dos Campos, na antiga Colónia Agrícola da Gafanha (concelho de Ílhavo), homenageia essa evocação mariana que, segundo a lenda, teria começado no século XIII, no povoado de Stezzano, perto de Bérgamo (Itália), quando teve início uma série de aparições da Virgem Maria.  No local, foi então erguido um templo dedicado a Nossa Senhora dos Campos. 
Essa devoção ganhou ainda mais relevo em 1586. Aos pés da imagem pintada na parede da igreja, que representava Nossa Senhora com o filho no colo, jorrou água que curou os doentes que a beberam. Ainda nesse ano, no dia 12 de julho, Nossa Senhora apareceu a duas meninas camponesas, Bartolomea Bucanelli e Dorotéia Battistoni, de 10 e 11 anos, respetivamente. 

NOTA: Texto publicado no Correio do Vouga

Festas - Para o ano há mais!


As festas em honra da Nossa Padroeira, Nossa Senhora da Nazaré, já se foram, mas ficou no subconsciente da nossa gente que para os próximos anos haverá mais. O povo, gafanhões ou outros, precisa delas como de pão para a boca. Tanto assim é que logo a seguir aos últimos foguetes se constitui a nova comissão.
Por não ser muito festeiro, hão-de pensar que não apoio os mordomos, comissões, fogueteiros, e irmandades... Enganam-se redondamente! Aprecio e saúdo os que organizam os festejos paroquiais. O povo gosta e isso basta para eu torcer pela alegria dos que cantam e dançam ao som da música popular...

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Afinal...

 

Afinal, vou continuar. Dei a volta aos meus pensamentos e cá estou ao serviço da vida.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Caramulo há 12 anos

 

A data do Batismo desta foto, segundo os meus registos, foi em 6 de Agosto de 2014, na serra do Caramulo. Recordo esse passeio com um casal amigo. E com que saudades fico quando a memória me ajuda!...

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Peregrinar a Fátima: Para quando causa nacional?

Reflexão de Luís Silva 

«Este texto é um lamento… E quer tornar-se um grito de projeção nacional. (Não peço pouco!)

Por todos os que, enquanto peregrinos de Fátima, já ficaram na berma das estradas, e para que todos, no futuro, possam chegar ao ‘altar do mundo’ sem temer, a cada passo, pela vida.
Começo em 1997…
Participei, entre os dias 19 e 24 de agosto desse ano, na XII Jornada Mundial da Juventude, em Paris. Foi a primeira vez que o programa da Jornada previu os dias nas dioceses. Passei-os em Nantes.
Fui acolhido numa família de três filhos, duas raparigas, mais velhas, e o ‘Benoît’, mais novo.
Chegámos, ao final da tarde, e, ao jantar, mal nos sentámos à mesa, pedem-nos (éramos dois jovens da Diocese de Aveiro, acolhidos por aquela família): ‘falem-nos de Fátima!’.»


NOTA: Ler todo o texto  aqui 

domingo, 2 de agosto de 2026

O FAROL


O Farol está sempre presente nas nossas vidas, com a ronca e luz sempre a rodar a indicarem a barra aos que entravam e saíam para o mar Atlântico. Quando eu era menino, imaginem como seria difícil adornecer em dias de nevoeiro cerrado... a ronca incomodava mesmo, mas o sono era mais forte...

sábado, 1 de agosto de 2026

Súplica - Ruy Cinatti

Assim eu seja: um cardo 
em tuas mãos  benignas,
um corpo de pele
fina
em tuas garras,
Senhor Deus dos exércitos,
povoador de todos os desertos
e voz semelhante à minha.

Assim eu seja. Apenas
vaso que entornas nos lábios
e quebras na laje.

A beleza de uma flor

Apesar de desconhecer, normalmente, os nomes das flores, jamais deixarei de as publicar. Como esta!

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Boca da Barra de Aveiro

Farol e Barra de Aveiro, na Gafanha da Nazaré, são realidades notáveis da nossa região. Daí o destaque que lhes é devido.

domingo, 26 de julho de 2026

Gerez para limpar o fígado


Também andei pelo Gerez em tempo de férias, onde respirei o ar puro da serra e fiz amigos. As águas saravam mazelas, mas por lá também aprendi a comer o saudável. Bebi com regra na fonte termal e jurei a opção pela alimentação sadia. Depois, no regresso, metia tudo no "saco" e voltava aos costumes normais longe das termas, com a pressa da vida.

Vamos recomeçar...


Vamos recomeçar. Passo a vida nisto. Sou assim. E na minha idade, tenho de me convencer que sou assim. Mais do mesmo a nível da blogosfera? É claro que sim. As alterações às propostas de temas já nem vale a pena perder tempo. O que hoje pudesse imaginar, amanhã seria diferente. Se calhar, tenho de me contentar com essa realidade.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Ponte de Lima



Nas nossas andanças pelo país, com filhos (quatro) ainda pequenos, percorremos boa parte de Portugal, fazendo campismo, diversas vezes. A presente foto faz recordar, com saudade, a paisagem que hoje edito. Foi há bons anos, sim senhor, e aqui partilho gratas memórias.

Dia dos Primos

O Dia dos Primos comemora-se em Portugal e noutros países do mundo a 24 de julho. Se não fosse esta nota da Net, confesso que jamais lá chegaria. E o mais curioso é que eu recordo primos e primas com quem convivi e brinquei desde menino. E com que saudades recordo hoje os que já faleceram e outros que perdi de vista há tanto tempo.
Aqui vai o meu abraço extensivo às suas famílias.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Direito ao Descanso


“O direito ao descanso é uma questão de justiça. Não nasceu de forma espontânea nem foi uma concessão generosa dos poderes económicos ou políticos. Foi conquistado pela luta persistente dos trabalhadores, que reclamaram – e continuam a reclamar – horários mais humanos, descanso semanal, tempo livre e férias remuneradas”

Comissão Justiça e Paz
da Arquidiocese de Braga

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Dia Mundial dos Avós



O bispo de Aveiro vai presidir à Missa do Dia Mundial dos Avós e dos Idosos 2026, no Santuário de Schoenstatt na diocese, às 18h00, de 26 de julho, divulga a equipa Diocesana da Pastoral Familiar.

“Venha celebrar connosco aqueles que, com amor e sabedoria, ajudam a transmitir a fé e os valores de geração em geração”, convida a equipa Diocesana da Pastoral Familiar de Aveiro, para um encontro intergeracional que “dignifique avós, pais e netos e fortaleça os laços familiares e comunitários”.

A Pastoral Familiar da Diocese de Aveiro, em parceria com o Movimento Apostólico de Schoenstatt (MAS), convidam “todos os paroquianos a participar” na celebração do Dia Mundial dos Avós e dos Idosos, no dia 26 de julho, a festa litúrgica de São Joaquim e Santa Ana, a partir das 11h00, na Gafanha da Nazaré.


Ler mais aqui 

A nossa Ria



Ontem à tarde andei por ali a saborear os ares puros da maré. Um ou outro pescador, desportista, ensaiava a pescaria. Quando os robalos eram pequenos, o pescador devolvia-os à nossa Ria. Foi a primeira vez que presenciei tal facto. 
Quando jovem ensaiei a arte de pescar, mas nunca fiz nem vi tal coisa. Tudo o que viesse no anzol era saboreado.

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