domingo, 5 de julho de 2015

Papa Francisco na América Latina

Papa inicia viagem com mensagem 
em favor dos «mais vulneráveis», 
a «dívida» que a América Latina tem por pagar



«O Papa Francisco chegou hoje ao Equador, após um voo de quase 12 horas, iniciando uma visita de nove dias à América Latina com alertas contra a exclusão e apelos em favor dos mais “vulneráveis”.
"Que as realizações alcançadas no progresso e desenvolvimento possam garantir um futuro melhor para todos, prestando especial atenção aos nossos irmãos mais frágeis e às minorias mais vulneráveis, que são a dívida que toda a América Latina continua a ter”, pediu, no primeiro discurso da viagem, no aeroporto internacional de Quito, perante autoridades civis e religiosas equatorianas, para além de representações das comunidades indígenas locais.»

Li aqui 

NOTA: Viagem a seguir porque não podemos ficar indiferentes ao seu testemunho profético de denúncia e de anúncio. Denúncia das ofensas aos direitos humanos e de anúncio do direito à liberdade e à justiça a todos os níveis.

Infortúnios

«De todos os infortúnios que afligem a humanidade, 
o mais amargo é que temos de ter consciência 
de muito e controlo de nada»

Heródoto (-484/-425), historiador, Grécia Antiga

UMA ENCÍCLICA DESASTROSA

Crónica de Frei Bento Domingues 
no PÚBLICO


Embora pouco praticantes do ecumenismo 
entre as Igrejas cristãs e de diálogo inter-religioso, 
estamos sempre dispostos a louvá-los


1. No dia 26 de Junho recebi uma mensagem: não deixe de comprar hoje o DN. Ia no comboio! Como os meus ouvidos já confundem os ruídos, consegui perceber, no entanto, que se tratava de alguém muito zangado com a encíclica do Papa. Quando cheguei ao destino, deparei com um artigo de Miguel Ángel Belloso (director da revista espanhola, Actualidad Económica), Um Papa pessimista e injusto.
O artigo não é original, mas merece atenção. Tentarei um resumo. Inscreve-se num conhecido projecto internacional, de católicos e não católicos, destinado a engrossar, cada vez mais, a campanha contra o papa argentino. O autor confessa uma grande admiração pelos papas que imediatamente o antecederam. Bergoglio, pelo contrário, em muito pouco tempo, impulsionou uma revolução na Igreja.

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