domingo, 31 de agosto de 2014

PLACA FICOU "IMPECÁVEL"

Li no Diário de Aveiro

Texto de Margarida Malaquias
Foto de Paulo Ramos

Fernando José no seu trabalho

"Implacável. Fernando José ama demais a terra que o viu nascer para ficar indiferente à sujidade das placas de identificação de localidade e, por isso, ontem à tarde, pôs “mãos à obra” e, de esfregão e detergente em punho, decidiu dar um novo brilho à chapa que indica que ali acaba Ílhavo."



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DIA INTERNACIONAL DO BLOGUE




Hoje, domingo, 31 de agosto, é o Dia Internacional do Blogue. Boa ideia, sobretudo para quem, como eu, vive a blogosfera como um serviço de partilha de opiniões e de vivências, saboreando, empenhadamente, o dia a dia, repleto de alegrias, dúvidas, algumas tristezas, mas sobretudo com esperança num mundo muito melhor. Sempre pela positiva, que de palavras ocas, gestos sem sentido, contendas, guerras e crises estamos todos fartos.
Nunca me arrependi do tempo que dedico nos meus blogues, embora reconheça que podia fazer mais e melhor, em prol de uma sociedade mais justa e mais fraterna. Contudo, quero salientar que, com frequência, reflito sobre o que escrevo ou não escrevo, sobre o que devia fazer e não faço, sabendo, como sei, que a perfeição não é deste mundo.
A todos os meus amigos e leitores assíduos prometo que tentarei ser mais interveniente na sociedade, partilhando o que considero bom e denunciando, frontalmente, porém, com delicadeza, tudo o que é negativo, na minha ótica, prejudicando as pessoas e as comunidades. De todos espero sugestões, propostas, achegas e ideias.

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ANIVERSÁRIO DA PARÓQUIA DA GAFANHA DA NAZARÉ

FESTAS EM HONRA DA PADROEIRA




Hoje, 31 de agosto, a nossa paróquia comemora 104 anos de existência. Realmente, naquele dia de 1910, o Bispo-conde de Coimbra, D. Manuel Correia de Bastos Pina, procedeu à ereção canónica da paróquia da Gafanha da Nazaré, dando cumprimento ao decretado pelo Rei D. Manuel II em 23 de junho do mesmo ano.
Na altura, os enviados do bispo sublinharam que era vontade do povo que a padroeira fosse Nossa Senhora da Nazaré, como veio a acontecer, mas cujo culto desde os primórdios do povoamento, em data imprecisa, já era seguido.
A festa teve quase sempre o cunho profano-religioso, uma mistura de que as gentes gafanhoas não podiam prescindir. Aliás, as festas religiosas, que o cristianismo implementou, entroncaram nas festas pagãs, embora nem sempre com inteiro proveito para as vivências assentes na Boa Nova de Jesus Cristo.
Acrescente-se que as festas, que se realizam por norma no verão, depois das colheitas e outros trabalhos agrícolas, tem o condão de ajudar o povo a descontrair. É que, em tempos que já lá vão, não havia os divertimentos que hoje pululam por toda a parte.
Boas festas para todos.


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