domingo, 9 de fevereiro de 2014

Código genético (2)

Crónica de Frei Bento Domingues  
no PÚBLICO de hoje



1. Nada é inocente, nada está irremediavelmente perdido, tudo precisa de nascer de novo, a começar pelas palavras da fé cristã e dos seus rituais. A dignidade essencial do ser humano manifesta-se, precisamente, na capacidade de se interrogar, de se corrigir, de mudar de rumo, de não se conformar com o mundo tal como se apresenta. A história do cristianismo está carregada de ambiguidades, de equívocos, de pecados, mas a conversão faz parte do seu caminho de reencontro com o seu “código genético”.

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