Um barco divaga
sonolento
sob as ondas
redondas
do mar.
Um barco único,
minúsculo,
como uma estrelinha
brilhando
no imenso crepúsculo.
Um barco…
sem remos,
sem velas,
sem asas…
Um barco sereno,
como a brisa do mar.
Norberto Rosa
In Timoneiro,
Setembro/Outubro de 1980
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sábado, 2 de agosto de 2025
quinta-feira, 26 de maio de 2022
Um barco sereno
UM BARCO
Um barco divagasonolento
sob as ondas
redondas
do mar.
Um barco único,
minúsculo,
como uma estrelinha
brilhando
no imenso crepúsculo.
Um barco...
sem remos,
sem velas,
sem asas...
Um barco sereno,
como a brisa do mar.
Norberto Rosa
NOTAS:
1. Norberto Rosa enviou, há anos, alguns poemas para o TIMONEIRO. Por mais esforços que fizesse, nunca consegui falar com o Norberto, nem sei se o conheço. Sei que gostava da sua poesia e hoje lembrei-me de recorrer às Redes Sociais, numa tentativa, mais uma, de o identificar. Há tempos falei com João Caravana Rosa, mas ele não conhecia poetas na família. Não sei se publicou algum livro e se Norberto Rosa é nome ou pseudónimo. Vamos ver se desta feita tenho sorte. Norberto... apresenta-te, homem!
2. Seria um gafanhão ou enviava poemas copiados de algum livro?
3. Poema publicado no TIMONEIRO de Setembro - Outubro de 1980.
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
Um barco divaga
UM BARCO
Um barco divaga
sonolento
sob as ondas
redondas
do mar.
Um barco único,
minúsculo,
como uma estrelinha
brilhando
no imenso crepúsculo.
Um barco…
sem remos,
sem velas,
sem asas…
Um barco sereno,
como a brisa do mar.
Norberto Rosa
In Timoneiro,
Setembro/Outubro de 1980
Um barco divaga
sonolento
sob as ondas
redondas
do mar.
Um barco único,
minúsculo,
como uma estrelinha
brilhando
no imenso crepúsculo.
Um barco…
sem remos,
sem velas,
sem asas…
Um barco sereno,
como a brisa do mar.
Norberto Rosa
In Timoneiro,
Setembro/Outubro de 1980
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