O dia dos irmãos


Ainda não vi direitinho que hoje é o Dia dos Irmãos, mas a minha Lita já mo garantiu, depois de ter telefonado aos irmãos. Não telefonei ao meu irmão, conhecido por Armando Grilo, mas que eu tratava por Menino,  porque, confesso, não tenho o telefone do céu nem sei se haverá e-mail que me permita  entrar em contacto com os amigos. Sei, isso sim, que no dia de Páscoa recebo uma chamada de um telemóvel que exibe o seu nome... O meu sobrinho e afilhado Luís Miguel faz questão de me saudar nesse dia, estabelecendo a comunicação com a memória do meu irmão. Gosto muito desse gesto.
Se é verdade que não há contacto telefónico nem e-mail para cavaquear seja com quem for que esteja no seio de Deus, certo é que, no dia a dia, vivo acompanhado pelos meus queridos familiares e amigos que já deixaram a vida terrena, ficando todos eles com lugar cativo nas minhas mais felizes recordações. E é curioso que, quando os evoco, só chegam até mim momentos agradáveis. Histórias tristes não entram nas nossas conversas. Pode ser que um dia  comece a escrever sobre o melhor que todos me legaram... De qualquer forma aqui vai para o Menino uma saudação de eterna saudade.
Sobre o meu irmão, pode ler o que escrevi aqui. 

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