quarta-feira, 15 de julho de 2009
Crónica de um Professor
terça-feira, 14 de julho de 2009
A nossa gente: João Teixeira Filipe
João Teixeira Filipe
Uma Encíclica que irrita
17 maneiras de rezar
Descobrir a música com os bebés
No próximo sábado, dia 18, pelas 14.30 horas, vai haver, no Centro Cultural de Ílhavo, a apresentação de caminhos para descobrirem o prazer de fazer música. Esses caminhos passam por um ateliê, onde se pode aprender a fazer ritmos, a cantar, a dançar, a brincar com rimas infantis… e a imaginar momentos de festa e de repouso para uma interacção musical entre adultos e bebés.
Trata-se de uma acção destinada a pais, tios, avós, educadores-de-infância e professores de música. Confraria Gastronómica do Bacalhau assina protocolo para aquisição da nova sede
O mundo em reinvenção
Amin Maalouf
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Cultura popular
XXVI Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré
Uma Ideia para Portugal
Centro Cultural da Gafanha da Nazaré: obras de remodelação continuam
Inauguração provavelmente em Janeiro
As obras de remodelação do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré continuam. Hoje passei por lá e registei a azáfama que por ali anda, no sentido de nos oferecer um espaço cultural mais amplo e mais funcional. Também, obviamente, com mais dignidade. A garantia que há aponta para a sua inauguração no primeiro trimestre de 2010, provavelmente ainda em Janeiro, inserindo-se, assim, nas festas comemorativas do centenário da freguesia.
A Campanha do Argus em Roterdão
.Foi inaugurada no passado dia 4, no Museu Marítimo de Roterdão, a exposição "A Campanha do Argus", mostra itinerante do Museu Marítimo de Ilhavo, que assim se internacionaliza, com outras exposições, que irão decorrer em Espanha e Canadá. O Museu Marítimo de Roterdão é um dos mais visitados da Europa.
Foto de Afonso Duarte
domingo, 12 de julho de 2009
Diocese de Aveiro com mais um presbítero e seis diáconos permanentes
TECENDO A VIDA UMAS COISITAS – 139
Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré
No jardim anexo à Alameda Prior Sardo, decorreu ontem, dia 11, o Festival Nacional de Folclore da Gafanha da Nazaré, com a participação do Orfeão da Feira, do Rancho Folclórico e Etnográfico de Arzila, Soure, do Grupo Etnográfico "Os Esparteiros de Mouriscas", Abrantes, do Centro de Recreio Popular de S. Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia, e do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré, que organizou o festival. Aqui deixo um registo desta festa de raízes populares, tão de agrado do nosso povo.
sábado, 11 de julho de 2009
Ossos de São Paulo vêem a luz do dia
MINISTRA DA SAÚDE: Uma ministra eficiente, competente e simpática
EM BUSCA DE SENTIDO
Há hoje uma forte corrente científico-filosófica para a qual entre o Homem e os outros animais a diferença é apenas de grau. Continuo a pensar que ela é qualitativa.
Como mostrou o filósofo Pedro Laín Entralgo, a via mais adequada de acesso à comparação entre o Homem e o animal é a conduta humana observável.
Entre todos os seres da Terra, só o Homem é livre - Kant sugeriu que a liberdade é o divino em nós -, e, assim, responsável e moral, só ele tem a capacidade de razão abstracta, de autoposse, só ele se sabe sujeito de obrigações para lá das instâncias meramente instintivas, só ele pode sorrir, só ele é animal simbólico e simbolizante, só ele é capaz de amor de doação, o animal também sabe, mas só o Homem sabe que sabe, só ele é capaz de autoconsciência, de linguagem duplamente articulada, de sentido do passado e do futuro, de promessas, de criação e contemplação da beleza, de descida à sua intimidade e subjectividade pessoal, só ele sabe que é mortal e gasta tempo com os mortos e espera para lá da morte, só ele pergunta e fá-lo ilimitadamente, só ele cria instituições jurídicas e compõe música, só ele tem de confrontar-se com a questão da transcendência e do Infinito...
Evidentemente, as investigações etológicas, bioquímicas, da genética e das neurociências constituem hoje talvez o maior desafio alguma vez lançado a uma concepção verdadeiramente humanista, por causa da tentação de reduzir o humano a uma explicação no quadro exclusivo do zoológico e bioquímico. De qualquer forma, ao ser humano reflexivo impor-se-á sempre a subjectividade própria, pois a ciência objectiva só existe para e a partir do sujeito. Por mais que objective de si, o sujeito humano deparará sempre com o inobjectivável, já que a condição de possibilidade de objectivar é ele mesmo enquanto sujeito irredutível. O Homem enquanto sujeito transcenderá continuamente a explicação das ciências objectivantes. Aliás, sem esta diferença essencial, o Homem não poderia exigir respeito e reconhecimento pela sua dignidade.
Outra característica sua essencial é a busca de sentido. Enquanto os outros animais aparecem praticamente feitos, o Homem nasce prematuro, por fazer, e tem de fazer-se. Daí a pergunta: fazer-se como e para quê, com que meta e objectivo?
Dizemos que algo não tem sentido - uma frase, ou discurso, por exemplo -, quando os seus elementos surgem sem organização, sem fio condutor. O sentido tem, pois, a ver com uma totalidade harmónica, com significado.
Recentemente, os jornais faziam-se eco da preocupação das autoridades inglesas porque uma percentagem elevada de jovens (10%) se queixa do vazio existencial, sentindo a vida como insignificante e não valendo a pena. Investigadores sociais e psiquiatras não têm dúvidas de que o vazio e a frustração existencial são uma das causas maiores dos desequilíbrios do Homem contemporâneo. Não faltam investigações científicas que mostram que a carência de sentido está frequentemente na base da dependência da droga, do alcoolismo, da criminalidade, do suicídio. Outras investigações chegam à mesma conclusão pela positiva: há, por exemplo, conexão entre a prática de uma religião e o sentimento de felicidade e uma vida mais longa. Entre as razões para essa ligação está precisamente o facto de a dimensão espiritual ajudar a fixar um sentido para a existência: quem vive e vê a sua vida integrada numa totalidade com sentido e sentido último resiste mais e melhor também em termos físicos e mentais.
O Homem é por natureza o ser da transcendência: nunca se contenta com o dado e está sempre para lá de si e de toda a meta alcançada. Vive inclusivamente um desnível insuperável entre o que faz e realiza e a aspiração inesgotável a realizar-se sempre mais. Vai, portanto, caminhando de sentido em sentido, mas só encontraria satisfação total no Bem Sumo enquanto sentido de todos os sentidos, isto é, o sentido último e global. Aí está a razão por que não pode deixar de pôr a questão de Deus, independentemente da resposta que lhe dê, pois ela é intrínseca ao dinamismo do ser Homem.
Anselmo Borges sexta-feira, 10 de julho de 2009
Prevenir a saúde
Bento XVI recebeu Barack Obama
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