D. António Moiteiro na Zona Portuária Gafanha da Nazaré

Importa conhecer a realidade 
do Porto de Aveiro 
e das pessoas que nele trabalham

Carlos Isabel, D. António, Padre César e Carlos Rocha

D. António, Padre César e Carlos Rocha

No Instituto de Socorros a Náufragos

D. António e Braga da Cruz

Braga da Cruz e Bispo de Aveiro

Braga da Cruz, D. António e Carlos Isabel

Padre César e D. António

Braga da Cruz, D. António e Carlos Isabel

Uma lembrança para o Bispo de Aveiro (Pescador de José Augusto )
Forte da Barra

Lancha rápida e Farol

O nosso Bispo, D. António Moiteiro, visitou ontem, 15 de fevereiro, a zona portuária, tendo sido recebido pelo presidente da APA (Administração do Porto de Aveiro), Braga da Cruz, e pelo Capitão do Porto, Carlos Isabel. Esta foi uma iniciativa promovida pela paróquia, na linha da Visita Pastoral que o Bispo de Aveiro está a fazer à Gafanha da Nazaré, a qual culmina no  domingo, 19 do referido mês.
Acompanhado pelo pároco, Padre César Fernandes, e pelo presidente da Junta de Freguesia, Carlos Rocha, D. António sublinhou que a visita à área portuária se insere na importância de conhecer «a realidade do Porto de Aveiro e das pessoas que aqui trabalham». No fundo, adiantou, operam neste espaço, «quer na atividade marítima e na polícia marítima, quer no Porto de Aveiro, direta ou indiretamente, mais de 500 pessoas, o que é muito bom».
D. António Moiteiro valorizou o conhecimento da laguna, frisando que Aveiro e a nossa Diocese são «caraterizadas pela Ria». E a propósito do passeio que lhe foi proporcionado pela Ria, na lancha “Nossa Senhora dos Navegantes”, do Instituto de Socorros a Náufragos, com a companhia de outra lancha rápida da Polícia Marítima, o nosso Bispo mostrou a sua satisfação pelas paisagens que pôde apreciar, salientando que ver a Ria dentro dela é muito diferente do que vê-la de terra.
Referiu que «o Porto de Aveiro está situado no concelho de Ílhavo e, concretamente, na freguesia e paróquia da Gafanha da Nazaré. O prelado aveirense disse que «conhecer esta realidade também nos ajuda a perceber o valor do Porto de Aveiro, que leva Aveiro e região «a tantos lugares, quer do nosso país quer mesmo do estrangeiro».
Braga da Cruz, que tem «uma carga afetiva muito grande por este lugar», pois foi aqui que iniciou a sua vida profissional nos anos 80 do século passado, falou da necessidade do relacionamento próximo com as pessoas, «com quem é nosso amigo e com quem está próximo de nós». 
Sobre o Porto de Aveiro, o presidente da APA adiantou tratar-se de «uma realidade industrial pesada», sendo fundamental «a proximidade com as pessoas que estão ao nosso lado e que no dia a dia vivem connosco». E garantiu: «As nossas alegrias e as nossas tristezas, as nossas preocupações e as nossas vitórias também são delas.» 
Braga da Cruz frisou que «o Porto de Aveiro é filho da Gafanha; as  pessoas  da Gafanha já aqui estavam quando o Porto chegou; viram o Porto crescer e, por isso, não faz sentido vivermos de costas voltadas para elas». 
Carlos Isabel considerou a visita do Senhor Bispo «muito gratificante porque somos uma entidade pública», mas logo acrescentou que D. António «nos motiva para o nosso trabalho do dia a dia». 
O Capitão do Porto chamou a atenção para o valor do conhecimento, pelo que «é nossa obrigação conhecer e dar a conhecer aos utentes e ao público em geral aquilo que nós fazemos, nomeadamente, «a forma como  recebemos o senhor Bispo de Aveiro». 
Carlos Isabel disse que «a Capitania ajuda todos os utentes, marítimos e não marítimos», e que «a Polícia Marítima presta apoio em situações boas e menos boas».

Fernando Martins

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