Encontro com a Alda Casqueira em S. Miguel

Alda, Fernando e Lita
Longe da nossa terra natal, é sempre agradável encontrar conterrâneos amigos. Hoje tive o privilégio de conversar um pouco com a Alda Casqueira numa esplanada de Ponta Delgada, com marina à vista. Já não a via há muito, mas sabia que se tinha fixado nos Açores por razões de trabalho. Teve a gentileza de me contactar e marcámos encontro para um café. Veio acompanhada pela sua filhinha Alice, criança que gosta de sorrir. E falámos da sua vida aqui, depois de me recordar o seu percurso profissional como Educadora de Infância. Aqui casou e é feliz. A felicidade das pessoas vê-se e pressente-se à distância. Muito mais ao perto, naturalmente.
Não foi preciso perguntar pelas saudades da nossa Gafanha, porque tal sentimento brota espontaneamente. Não conheço gafanhão que não evoque recordações das suas origens onde quer que se encontre. E quando são dois ou mais gafanhões, à mesa do café ou noutro sítio qualquer, é certo e sabido que nunca se cansam de trazer à conversa a necessidade de saber novas da terra e suas gentes. 
Gostei de saber que a Alda continua a ser uma Educadora de Infância que aposta sistematicamente na inovação, porque não é pessoa que se acomode. E porque é artista, com a música sempre a brotar no seu âmago, a Alda está envolvida num projeto que é uma mais-valia para o seu currículo e para o bem das crianças. Mas disso falarei mais tarde, porque o que é bom tem de ser tratado com mais cuidado e com mais tempo. A promessa aqui fica, com os meus votos dos maiores sucessos para a nossa conterrânea Alda Casqueira.

Comentários