SEM NET TODA A MANHÃ



Toda a manhã de hoje estive sem Net. A primeira reação foi de protesto, apesar de saber que o servidor não me ouvia. Sem Net, quer dizer sem poder ler o correio eletrónico e sem poder telefonar. 
Depois das primeiras reações, havia que pensar noutras formas de ocupar esse tempo preliminar do dia. E fui ler Pessoa, agora numa edição especial que adquiri, no sábado, na Festa do Livro, no Pavilhão Rosa Mota, no Porto. Então, reli poemas conhecidos e outros, textos crítico-literários, cartas a amigos. E as leituras e releituras terão mesmo de continuar, porque Fernando Pessoa não se nos revela todo de uma vez…, nem duas nem três. E quantas vezes teremos de o ler para dele ficarmos com uma pálida ideia do grande mestre que foi e continua a ser?

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