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A mostrar mensagens de Agosto, 2011

Gafanha da Nazaré: 101 anos de vida

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Celebra-se hoje, 31 de agosto, o 101.º aniversário da criação da paróquia. Motivo, sem dúvida, para todos os gafanhões se sentirem orgulhosos do seu passado e das marcas de trabalho e persistência que todos ostentam, como símbolo da herança que lhes legaram. Hoje também vai ser inaugurado o monumento do centenário, pelas 19.30 horas, na Cale da Vila, curiosamente o nome pelo qual era mais conhecida a nossa terra, nos seus primórdios.  Nesta data e com esta inauguração termina um ano de celebrações levadas a cabo pela paróquia, pela freguesia e pelo município, esperando-se que, tão breve quanto possível, apesar da crise e das restrições impostas pelas instâncias internacionais, as obras previstas para o centro da Gafanha da Nazaré sejam levadas a cabo. O centenário da nossa terra precisa dessa prenda.
FM

De novo na Gafanha da Nazaré

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Praia da Barra: Obelisco
Uns dias de férias, fora dos ambientes habituais, fazem sempre bem à mente e ao corpo. Longe dos meus livros e arquivos, mas também à volta com o iPad2, uma nova forma de lidar com o mundo virtual, não pude conviver com os meus leitores e amigos, como era meu gosto. Retomo hoje, na certeza de que continuarei atento ao mundo que me cerca, de raio sem limite.
Fernando Martins

Monumento do Centenário: A inaugurar no dia 31 de agosto

Monumento evocativo dos 100 Anos da Criação da Freguesia e Paróquia da Gafanha da Nazaré A inauguração do “Monumento do Centenário”, evocativo do Centenário da Criação da Freguesia e Paróquia da Gafanha da Nazaré (1910-2010), vai realiza-se no dia em que se assinalam os 101 anos dessa efeméride e como corolário das comemorações que ocorreram durante o ano de 2010. Na próxima quarta-feira, dia 31 de Agosto, pelas 19.30 horas, na rotunda existente na intersecção da Avenida dos Bacalhoeiros com a Avenida José Estêvão na Gafanha da Nazaré, viveremos esta inauguração que marca também o encerramento das Festas do Município de Ílhavo 2011. A obra de arte que tem o Mar, a Pesca e a Indústria do Bacalhau como tema de referência é da autoria do Escultor Albano Martins, teve a produção de “Nuno Sacramento – Galeria de Arte Contemporânea”, e é um investimento assumido na totalidade pela Câmara Municipal de Ílhavo no valor de 113 mil euros. Nota: Informações cedidas pela CMI

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 252

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DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM – 35






BALADA DAS MENINAS DE BICICLETA
Caríssima/o:
Há coisas que só um poeta pode fazer... Vem daí comigo e segue o conselho de Vinicius de Moraes: ... leva “a tristeza no quadro da bicicleta”!
Meninas de bicicleta Que fagueiras pedalais Quero ser vosso poeta! Ó transitórias estátuas Esfuziantes de azul Louras com peles mulatas Princesas da zona sul: As vossas jovens figuras Retesadas nos selins Me prendem, com serem puras Em redondilhas afins. Que lindas são vossas quilhas Quando as praias abordais! E as nervosas panturrilhas Na rotação dos pedais: Que douradas maravilhas! Bicicletai, meninada Aos ventos do Arpoador Solta a flâmula agitada Das cabeleiras em flor Uma correndo à gandaia Outra com jeito de séria Mostrando as pernas sem saia Feitas da mesma matéria. Permanecei! vós que sois O que o mundo não tem mais Juventude de maiôs Sobre máquinas da paz Enxames de namoradas Ao sol de Copacabana Centauresas transpiradas Que o leque do mar abana! A vós o canto que inflama Os meus trint&…

UMA REFLEXÃO PARA ESTE DOMINGO

SABER SOFRER, O EXEMPLO DE PEDRO
Georgino Rocha Pedro fica perplexo com o que ouve a Jesus. Contrastava tanto com o que havia experimentado. Realmente, era frustrante. Sentia-se desiludido, ele que tinha recebido tão rasgado elogio: Feliz és tu, filho de Jonas, por teres descoberto que eu sou o Messias; ele, o porta-voz, do grupo apostólico, que recebe a promessa de ser o alicerce da construção da Igreja e de ficar com as chaves da entrada no Reino; ele, que deixa o nome de família, e aceita ser chamado de modo novo – o da missão que lhe é confiada. Perante o contraste, o impulso do coração leva-o a agir. A simples hipótese do sofrimento anunciado e do enfrentamento com os chefes religiosos e políticos poder conduzir à morte de cruz, constituía um verdadeiro tormento. Espontâneo e generoso, como era, resolve aconselhar o Mestre. Toma-o à-parte e contesta-o abertamente. A sós, pensava, seria mais fácil dizer-lhe tudo o que entendia ser prudente e sensato, ele que não largava a …

AO SABOR DA MARÉ - 2

1. Em época marcada por inúmeras dificuldades, com a derrocada do comunismo, do capitalismo e do Estado Social, que prometiam o paraíso na terra, toda a gente consciente vive com o coração na boca, sem saber o dia de amanhã. Apesar disto tudo, impressiona a forma como a comunicação social nos apresenta, dia após dia, mas sobretudo aos fins-de-semana, hipóteses de programas de férias no país e no estrangeiro. Afinal, como se todos nadassem em dinheiro e livres de preocupações. Pensando bem, talvez a ideia não seja assim tão má, porque ao menos nos estimulam sonhos. Aliás, já dizia o Camões: "Imagine-o quem não puder experimentá-lo." 2. Mesmo longe, relativamente, da Gafanha da Nazaré, tenho seguido o entusiasmo que a nova direção da ADIG (Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha da Nazaré) tem mostrado nesta fase de início de mandato. É um significativo sinal de que, desta vez, vai realmente por diante a ideia que de se pugnar, de forma organizada e pela posi…

DIAS DA JUVENTUDE DE UM GAFANHÃO

Recordações do Ângelo Ribau





Entretanto, enquanto esperava, peguei num livro que ia lendo aos pedaços, quando a disponibilidade de tempo mo permitia. Era “As Pupilas do Senhor Reitor” um livro leve e agradável, escrito por Júlio Dinis. Terminado este, já punha o olho numa colecção de capas vermelhas que existia numa estante. Era uma extensa colecção do mesmo autor - Júlio Verne – vinte e tal livros, que resolvi, logo que tivesse tempo, começar a ler. Ordenei as minhas ideias, e decidi que começaria pelo número um:   - “Da Terra à Lua”.  - Não se pensava em voar e ele descreveu “Cinco Semanas em Balão” - Não se pensava no mundo submarino e ele descreveu com pormenor que impressionou, as “Vinte Mil Léguas Submarinas”.  Quem o leu nunca mais esquece o Capitão Nemo, o construtor e comandante do Nautilus. Enfim, ler é viver quando não temos a possibilidade de viver, para depois escrever, e os outros lerem. No entanto Júlio Verne descreveu sem viver. A sua imaginação prodigiosa parece nada t…

S . TOMÉ: AVENTURA NO MAR

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Um texto de Maria Donzília Almeida






A travessia do mar, nesse dia, fez lembrar as proezas dos nossos navegadores, quando sulcavam o Atlântico. O dia estava cinzento, sem com isso significar desconforto na temperatura. Em S. Tomé as temperaturas são amenas, mesmo na estação que corresponde mais ou menos ao nosso Outono: nas aragens, que aqui são tépidas e até bem-vindas e na profusão de folhas que cai da imensa vegetação que contorna a estrada.  Entrámos para a lancha, movida a motor, e acomodámo-nos, como foi possível: uns na amurada da embarcação, a maior parte dos passageiros, no chão, bem juntinhos uns dos outros. Colocados os coletes salva-vidas, lá partimos com destino ao Ilhéu das Rolas. Como é típico dum clima tropical, começou a cair o que em Portugal se chama morrinha, ou chuva molha-tolos. As toalhas que nos acompanhavam para um banho no mar, do outro lado, foram dum préstimo enorme, para nos proteger dessa chuva imprevista. Entretanto, o barco ia sulcando o mar e balouç…

MAIS SERRAZES

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Ao ler as tuas recordações do Parque de Campismo de Serrazes, lembro-me que me falaste dele. Um dia estava "a banhos" nas Termas e uma tarde resolvi ir conhecê-lo. Foi no mês de Setembro. Ao aproximar-me do Parque apareceram no meio do caminho dois lobos! Parei o carro silenciosamente e aguardei que eles desaparecessem. Só depois avancei e ao chegar ao Parque, deserto, dei a volta e regressei às Termas. Nunca mais voltei ao Parque de Serrazes. Ângelo Ribau

BENTO XVI EM MADRID

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Um artigo de Anselmo Borges no DN


Reunir cerca de um milhão e meio de jovens de todo o mundo, festivos e ordeiros, que se mantiveram serenos durante uma forte tempestade, que ficaram em silêncio recolhido em momentos intensamente religiosos, é obra. Dir-se-á que foram para conhecer novas terras e novas gentes, conviver, encontrar outras culturas. Pergunta-se: e que mal há nisso?, não é bom que convivam e aprendam o exercício de uma lição maior: o diálogo intercultural? Deixo aí algumas notas, acompanhado, aqui e ali, do teólogo Xabier Pikaza.

OUTRAS FÉRIAS: Serrazes de paz e natureza virgem

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Solar dos Malafaias


Serrazes foi uma grande experiência de férias diferentes. O contacto com a natureza, virgem e verdejante, deixou marcas indeléveis no meu espírito e no espírito de todos os meus filhos e esposa. Não conhecíamos tal povoação do concelho de S. Pedro do Sul, mas um casal amigo, Margarida e Jeremias Bandarra, teve a gentileza de nos indicar o parque de campismo ainda desconhecido de muita gente, mais dada a esta forma de gozar férias sem grandes custos.  A primeira visita terá sido numas miniférias, ao que suponho de Carnaval. Chuva, muita chuva, estragou-nos a festa. Mas nem assim deixámos de programar o acampamento para o mês de agosto. E assim foi. Nesse longínquo mês de agosto e noutros que se lhe seguiram. O parque de campismo de Serrazes tinha o estritamente necessário, sem luz elétrica. Porém, lá nos adaptámos a essas raras condições de sobrevivência. A luz veio tempos depois.

Pedra da Escrita


O contacto com a natureza sem mácula, longe de ruídos e da polui…

MUNDO HIPÓCRITA

As reportagens suscitadas pela luta de um povo que quer ver-se livre do ditador e sanguinário kadhafi mostram-nos como este mundo está cheio de políticos hipócritas. Também há, obviamente, outra gente hipócrita. Gente que, por interesses pessoais, é capaz de vender a alma ao diabo. Os políticos que durante 40 anos bajularam o terrorista Kadhafi, para com ele negociarem o seu petróleo, são precisamente os mesmos que agora se vangloriam com a esperada queda do ditador. Veja-se na televisão como políticos sem estofo moral o recebiam e acarinhavam, em nome, dizem, dos interesses pátrios. Será que na política vale tudo? Será legítimo sentarmo-nos à mesa com gente deste calibre? Não haveria petróleo noutras áreas, para se dispensar o de Kadhafi?

Mais voluntariado de proximidade

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Texto da Rádio Terra Nova


O padre João Gonçalves diz que é hora da sociedade civil organizar comissões locais para a promoção do voluntariado. Deu o "pontapé de saída", ontem, com uma reunião que juntou representantes dos Centros Sociais da Paróquia de Ílhavo. Em tempos de crise, tempos de isolamento social, diz que "é importante criar mecanismos que ajudem a criar uma rede de apoio". E tudo começa com a promoção das acções de voluntariado. "Existem tantas necessidades que as comunidades locais tem de se organizar e apostar no voluntariado de proximidade, de vizinhança, ás vezes, ao nosso lado, estão pessoas que precisam de apoio, de uma palavra e temos de arranjar respostas, no campo do voluntariado, mas temos de nos organizar", disse, em declarações à Rádio Terra Nova. - Posted using BlogPress from my iPad

Os ricos e a crise

Andam por aí a advogar a ideia de levar os ricos a serem generosos, ajudando o Estado a endireitar as contas com um imposto especial. Parece que a ideia veio de alguns ricos americanos que, dizem, estão cansados de receber benesses do Governo através de isenções fiscais. Os que falaram estão dispostos a contribuir. Outros ficaram calados. Em Portugal, pelo que ouvi e li, parece que não vale a pena estar à espera deles, os ricos. Um diz, com grande lata, que até nem é rico. É, pelos vistos, um simples assalariado. Outros nem se pronunciam, porque continuam à espera de facilidades. Um economista, Miguel Beleza, afiança que não temos assim tantos ricos e que os contributos de que se fala não seriam significativos. Alguns, esclarecem, que, afinal, a grande ajuda dos ricos está nos empregos que possam oferecer. Cá para mim, acho que não vale a pena tentar esperar dos abastados qualquer generosidade que implique redução do défice público. Tenho por experiência próprio, em ações de solida…

Figueira da Foz: alguns apontamentos

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Nas férias de 2011, vividas mais na Figueira da Foz, dei comigo a tentar saber um pouco mais dos Mónicas, como construtores navais, alguns dos quais exerceram essa profissão na cidade mais identificada pela sua extensíssima praia.


De algumas coisas que li, dispersas e existentes na Biblioteca anexa ao Museu Santos Rocha, fiquei a saber que as primeiras referências conhecidas sobre a construção naval naquela zona datam da segunda década do século XVI, conforme refere a Monografia da Freguesia de S. Julião da Figueira da Foz (MFSJFF), de Rui Ascensão Ferreira Cascão. Diz o autor que «a primeira carreira de construção naval (…) ficaria a SE da Igreja Matriz, provavelmente na margem da Praia da Ribeira, para o lado da R. das Parreiras». Em 1517, há referências a um tal «Diogo Viana,”mestre de fazer navios”, e nos últimos vinte anos do século XVIII houve, citando Santos Rocha, «um primeiro de expansão de construção naval», seguindo-se, muito mais tarde, na década de 40 do século…

Agosto triste

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Não há dúvida. Pode ser um lugar-comum dizer-se que há muito tempo que não havia um agosto tão triste. Mas eu penso, realmente, que este mês não deixa saudades a ninguém. É mesmo um mês para esquecer, tão desagradável tem sido ele. Contudo, quem goza férias, tem de encontrar alternativas. A leitura pode ser uma boa maneira de passar o tempo quando a temperatura não é o que devia ser. - Posted using BlogPress from my iPadh

Ela foi uma Grande Companheira

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Conheci-a em fins de 1961. Tinha um aspecto de disponibilidade, mas a sua manutenção tornava-se muito cara. E eu já tinha esposa e um filho, e estes estavam em primeiro lugar. Namorei-a durante algum tempo, e, aconselhado por um amigo lá me decidi. Estávamos próximo a embarcar para o Ultramar e era a altura. Ou agora ou nunca. Quando embarcámos levei-a comigo e daí em diante nunca mais a deixei e ela também sempre me acompanhou, por aquele maldito mato, em operações diurnas e até nocturnas.

António dos Santos Rocha, um ilustre figueirense

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António dos Santos Rocha (1853 - 1910) foi um figueirense ilustre que em tudo dignificou a sua terra. Assim se lê no monumento que em sua honra foi construído em MCMLIII, junto ao Museu Municipal que o tem como patrono. Celebrou-se desta forma o centenário do seu nascimento. Em letras gravadas, pode ler-se que Santos Rocha foi um eminente arqueólogo e pré-historiador, bem como fundador do referido museu. Também se lê que foi um notável jurisconsulto, historiógrafo, e presidente do município. Numa placa ao lado do monumento ainda se vê que os maçónicos o homenagearam no centenário da sua morte, em 28 de março de 2010.

Leituras em agosto

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"Encontros Marcados": 
o mais recente livro de Gonçalo Cadilhe




Todas as boas leituras servem para qualquer época do ano. Mas temos de convir que as leituras de viagens casam melhor, a meu ver, com períodos de férias. Talvez porque podemos seguir, sem grandes custos, viagens virtuais que alimentam sonhos e enriquecem a nossa imaginação. Em agosto, entre outras leituras, li o mais recente livro de Gonçalo Cadilhe, "Encontros Marcados". Gonçalo Cadilhe é natural da Figueira da Foz, sendo hoje um viajante profissional, com muitos textos e livros publicados, relatando, através de uma escrita que denota grande sensibilidade e profundos conhecimentos captados, bem apoiados numa cultura geral muito completa. O autor revela-nos que "viajar serve para encontrar o que não se procura", enquanto nas suas andanças nos recorda factos históricos, nos apresenta gentes e paisagens exóticas, nos conduz até civilizações estranhas. Gonçalo Cadilhe colabora no Expresso, na …

Donzília Almeida em S. Tomé

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Mais um pouco de história, com oportunidade





A flora aqui é riquíssima. Encontrei espécies botânicas, completamente desconhecidas para mim. É notória a abundância de frutos, com que a natureza presenteou esta terra e estas gentes. Ao nível das infraestruturas sociais, saúde, educação e abastecimento de água e eletricidade, ainda há muito por fazer! É um país africano com as características de muitos outros. Só de referir que, à noite, as ruas estão quase às escuras, só havendo luz nos resorts e sua proximidade. A influência dos Portugueses ainda se faz sentir, sobretudo nos edifícios urbanos e... na nossa querida língua portuguesa! O povo é afável, mas muito pobre. O turismo veio dar movimento e vida a estas paragens e sobretudo trouxe muitos postos de trabalho a esta gente. O clima é quente, mas não exageradamente, e a água do mar faz inveja às temperaturas gélidas do mar que banha as nossas costas, exceto a algarvias. S.Tomé está rodeado por mar em toda a sua extensão, mar esse on…

Edição com dificuldades

Os meus habituais leitores e amigos devem ter verificado que tem havido algumas anomalias na edição das mensagens. A adesão às novas tecnologias, neste caso ao iPad, obriga sempre a um período de adaptação. Espero melhorar, dia após dia, até chegar a um trabalho razoável. Peço desculpa pelos incómodos provocados. Obrigado. Fernando Martins - Posted using BlogPress from my iPad

S. Tomé: Uma aventura em África

Um texto de Maria Donzília Almeida



O primeiro contacto com a ilha, na tarde de 20 de Julho, evocou, em nós, a memória de João de Santarém e Pedro Escobar, quando em 1460, desembarcaram em S. Tomé! No século XXI, também estávamos à descoberta de uma terra desconhecida! O meio que nos levou à ilha, não foi a caravela do tempo das Descobertas, nem uma qualquer piroga que viemos depois a observar no imenso mar que abraça a ilha. Desde o tempo dos marinheiros portugueses, houve grande evolução da ciência e tecnologia, pelo que as distâncias foram drasticamente encurtadas. Em poucas horas, as pessoas mudam-se de um continente para outro e as comunicações tornam-se mais fáceis. O cheiro da terra, o bafo quente da noite S. Tomense, trouxeram, bem nítida, a memória dos navegadores portugueses. Na época áurea dos Descobrimentos, no reinado de D. João II, os Portugueses alargaram o território, contribuindo para o engrandecimento da pátria. Devido à evolução natural das coisas, a História mudou…

RTN: Festival do Bacalhau é "ponto de encontro" de amigos com a tradição

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Texto da Rádio Terra Nova





«Milhares de pessoas passaram durante cinco dias pelo Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, em mais uma edição do Festival do Bacalhau. A noite de domingo, a última deste ano, terminou quando a chuva estava quase a chegar ao Jardim Oudinot.  Para os milhares de visitantes deste certame cumpriu-se o ritual das provas de bacalhau, o interesse na animação musical e a observação do artesanato feito em Ílhavo e na região. Quem passou pelo Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, diz que encontrou o que procurava, qualidade. “Está bom, cinco estrelas. Venho todos os anos e a qualidade é boa. Venho pelos concertos e pelo prato de bacalhau”, dizia um dos frequentadores diários do espaço. A valorização do que é regional mereceu sinal de aprovação. “Venho a tudo. Moro aqui perto e gosto muito porque mostra o nosso artesanato e a nossa comida. Temos que mostrar as nossas coisas”, dizia uma senhora acompanhada de familiares e amigos.

Aniversário do Navio-Museu Santo André

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10.º Aniversário do Navio-Museu Santo André A edição de 2011 do MarAgosto continua a marcar a vida do Município de Ílhavo, com momentos diversificados de festa, música, desporto, actividades recreativas entre outros. Desta vez uma nota especial para as Comemorações do 10.º Aniversário da Inauguração do Navio Museu Santo André, amanhã, 23AGO11, onde será possível visitar o Navio entre as 10h00 e as 23h00, conhecendo as características de uma embarcação de Pesca de Bacalhau, bem como toda a história associada a essa Nobre Arte, percebendo o processo e os mecanismos de cura do Bacalhau. ​Pelas 18h00 terá lugar a Sessão Solene evocativa do 10.º Aniversário, com a entrega dos prémios do Concurso de Fotografia “Olhos sobre o Mar”, seguida da inauguração da exposição Memórias de uma “Vida de Mar”. ​O dia de Aniversário terminará com um espectáculo de fogo de artifício, pelas 23h00, no Jardim Oudinot. ​
Fonte: CMI

Sporting não acerta o passo nem os passes

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O Sporting não acerta o passo nem os passes. Muito menos acerta na baliza dos adversários. Com ou sem árbitros de nomeada. O árbitro de ontem, que apitou o jogo do Sporting com o Beira-Mar, Fernando Martins de seu nome, que nada tem a ver comigo, foi escolhido pelas equipas ou seus dirigentes e saiu-se muito bem, pelo que li e ouvi. A conhecida guerra entre equipas e árbitros talvez tenha solução à vista. Seria engraçado que, a partir de uma solução como esta, os árbitros passassem a ser escolhidos pelas equipas. Será que acabariam as guerras?

A queda de mais um ditador?

A comunicação social tem repetido, nas últimas horas, que o reinado de Khadafi está a chegar ao fim. Todos os homens livres e democratas esperam que sim. Há ainda, porém, muitos outros ditadores a aguardar vez para a inevitável queda, forçada, está bem de ver. Resta saber se a queda de um ditador, na Líbia, por exemplo, não vai dar lugar a outro ditador.

Jornada Mundial da Juventude

Em Madrid, mais de um milhão e meio de jovens de todo o mundo católico ouviram os apelos do Papa Bento XVI para vivam em espírito de missão no meio da indiferença que campeia nas sociedades atuais. Leia no link indicado a homilia do Papa na eucaristia de encerramento da jornadas. As JMJ voltarão daqui a três anos.
Ler mais aqui

Ao sabor da maré - 1

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1 - Desde 2000, passo regularmente pela Figueira da Foz. Gosto da cidade, do mar que a beija, do areal imenso, da maresia que a circunda e nos entra pelas narinas e por todos os poros do corpo, da serra da Boa Viagem, do rio Mondego que aqui chega com ares serranos, das vielas estreitas e do casario antigo. Também das pessoas que são afáveis, dos registos de outros tempos que topamos em cada esquina, das histórias ligadas ao mar e dos poetas que tudo isto cantam.

PERGUNTA CRUCIAL, RESPOSTA SUBLIME

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O SER HUMANO TENDE A FAZER PERGUNTAS  QUE SACIEM A SUA FOME DE SABER Georgino Rocha


O ser humano tende a fazer perguntas que saciem a sua curiosidade e fome de saber. É sinal dos limites da natureza finita e da aspiração infinita do seu espírito. Faz perguntas desde a mais tenra idade e sobre os mais diversos assuntos, chegando normalmente a interrogar-se sobre o sentido da vida, a identidade pessoal, a convivência em sociedade, o futuro após a morte, Deus, Jesus Cristo, Igreja, família. Tem tendência a interrogar Deus, a pedir-lhe explicações dos seus actos, a julgá-lo no “tribunal da razão” pelas suas ausências e cumplicidades.  A pergunta do ser humano é um eco das perguntas que Deus lhe faz ao longo da história: Adão, onde estás? Caim, que fizeste do teu irmão? Povo meu, que te fiz eu? Responde-me – suplica por meio do profeta. E vós, quem dizeis que eu sou? – indaga Jesus aos seus discípulos. Este modo de ser manifesta a relação mais profunda e o diálogo mais salutar que, naturalm…

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 251

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DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM – 34





DOIS MOLICEIROS E ... Caríssima/o: ​ Em tempos de férias, de verão e de praia sabe bem um repouso refrescante (respeitando o esforço dos barqueiros...). E fica um desafio: que há de comum e de insólito nestes dois moliceiros? ​Manuel - Posted using BlogPress from my iPad

Outras Férias: Pardilhó de tantas lembranças

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Ribeira da Aldeia

Em férias, onde quer que estejamos, lembramos sempre outras férias, onde fomos felizes. Ainda bem, porque recordar é viver. Em Pardilhó, fomos felizes todas as férias de verão. Lá viviam as tias Zulmira e Aida, ambas solteiras e "mães" da Lita, que nutria por elas um amor carregado de ternura. Até devoção. Outra tia, a Lurdes, também "mãe", vivia em Aveiro e a Pardilhó voltava com frequência. Num ambiente de dedicação plena, partilhávamos fraternidade em tudo o que fazíamos e planeávamos. Saídas à praia da Torreira, em cuja mata passávamos horas em piqueniques previamente organizados com todo o rigor, onde nada faltava para miúdos e crescidos.  A visita à praia, para molhar os pés, não podia fugir ao esquema. Mais para andar pelo areal e arredores do que para mergulhar nas águas normalmente frias. Não havia muito o gosto pelo mergulho nem sequer apetência pelo bronzeado. Acho que nos bastava o moreno natural da nossa pele. Havia na praia a mere…

Pergunta intempestiva: quando vivemos?

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Como chegámos até aqui? As razões são incontáveis. Mas não me canso de repetir que a multiplicação acéfala de instituições de ensino superior foi fatal. O dinheiro corria a rodos e as pessoas interiorizaram que a fonte não secava, e instalou-se um consumismo pateta, estimulado por cartões de crédito, que os bancos davam a engolir. E voava-se a crédito para férias em Cancún. E multiplicaram-se auto-estradas, talvez porque aí era mais fácil corromper e ser corrompido. E não se investiu suficientemente no capital que não se corrompe e que ninguém rouba: o saber, a cultura, o chamado capital humano. As pessoas foram-se encostando ao Estado, pai providente e aparentemente rico. Com políticos menores, as dívidas foram crescendo, crescendo, até os credores começarem a gritar que exigiam que fossem pagas. Agora, é a esfola. Impostos, mais impostos, novos impostos. E o desemprego a aumentar. E a pobreza e também a fome. E a maioria da gente a pensar que mais algum tempo de sacrifícios e vol…

Manifestações em Espanha contra a visita do Papa

Defendo, como fundamental à democracia, a liberdade de manifestação e de expressão, desejando para os outros aquilo que desejo para mim. É por isso, mas não só, que a democracia é bonita. Sobre as manifestações contra e a favor da visita de Bento XVI a Espanha, para participar nas Jornadas Mundiais da Juventude, acho que são legítimas, mas as primeiras não as compreendo muito bem. Os manifestantes são contra a visita do Papa ou são contra todas as manifestações? Se for este o caso, haverá legitimidade para elas. Se forem só contra o Papa, então não entendo. E não entendo porque o Papa, afinal, é desejado pelos católicos e por todos os homens de boa vontade. Prega a liberdade, a justiça, a verdade, a paz, a fraternidade, a caridade, os direitos humanos, o bem e todos os altos valores que Cristo nos legou há mais de dois mil anos. Acho que todos nos devíamos debruçar sobre a forma como aceitamos e defendemos a liberdade dos outros, que deve ser sagrada. Tal como a queremos para nós.

Sportinguistas ainda com esperanças

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Com os empates e falta de pontaria para marcar golos, os sportinguistas andam desolados. Não há maneira de recuperar as glórias do passado. Um treinador com currículo e ambicioso, jogadores jovens e com vontade de brilhar, mas ainda tudo está longe do esperado. Eu sei que os sportinguistas já estão habituados a sofrer, porém, já era altura de se ver a luz ao fundo do túnel. Mas, afinal, de que é que estão à espera? Haja calma. Não vale a pena enervar o treinador e os jogadores. As dores de cabeça dos adeptos hão de acabar, mais tarde ou mais cedo.

MULHER CANANEIA

Mulher cananeia, há muito que queria enviar-te uma mensagem de saudação e estima pessoal. Mas só agora descobri o teu email: grande.fe@cananeia.ts Sou um padre católico, que lê com frequência os textos sagrados. Em dois deles, é narrado o teu encontro com Jesus de Nazaré. Marcos e Mateus são os seus autores e descrevem de forma maravilhosa o teu desejo apaixonado e lúcido. Tudo começa, como bens sabes, pelo tormento atroz em que vives o sofrimento cruel da tua filha. Grande coração de Mãe! Quantas voltas terás dado à imaginação impulsionada pela força do amor materno! Quantas tentativas terás feito para encontrar quem vos pudesse valer! Quantas hesitações terás vivido, antes de te decidires a ir ter com Jesus de Nazaré, tu que pertencias à raça dos excluídos das bênçãos de Deus, segundo as leis judaicas! Venceste-te e, por isso, alcançaste o que tanto desejavas. Parabéns!

Sardinhada para os utentes do Hospital de Cuidados Continuados de Ílhavo

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Com o apoio da direção e de voluntários da Unidade, bem como da Mesa da Misericórdia de Ílhavo, organizou-se a segunda sardinhada do ano, como forma de os utentes da instituição terem uma tarde diferente e divertida. Esta atividade foi inserida no programa apresentado recentemente pelos Voluntários aos responsáveis da Unidade, que ainda prevê, para este ano, a projeção de um filme, a presença de um grupo de teatro, além de outras festas. Decorre nesta altura a recolha de livros e de jogos, com a finalidade de os 41 Voluntários poderem ter material disponível para minimizar o sofrimento dos doentes. Segundo Carlos Duarte, no próximo mês de setembro inicia-se nova campanha de angariação de mais voluntários, muito importantes para o apoio a doentes de cuidados continuados, tendo em vista a sua rápida recuperação. Para a diretora da UCCI, Ana Cláudia, estas iniciativas são "o reflexo da qualidade que queremos dar aos nossos utentes e da alegria que lhes queremos transmitir&…

Jornadas da Juventude: jovens mais intervenientes na Igreja e na sociedade

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Mais de um milhão de jovens vão estar em Espanha para ouvir o Papa. São, tanto quanto sei, oriundos de países onde o catolicismo tem expressão, militando muitos em grupos juvenis. Alguns, decerto, estão nas jornadas por curiosidade ou ligados a movimentos eclesiais, nem sempre integrados nas paróquias. À partida, serão jovens pertencentes a comunidades vivas. Contudo, quem olha o dia-a-dia das paróquias percebe que a participação da juventude nos cultos e nas estruturas paroquiais está longe de ser significativa. Predomina, como é sabido, gente madura, em idade. Sendo certo que a Igreja só se renova com os jovens, penso que a partir destas jornadas seria muito importante que os adultos integrassem nos serviços e demais estruturas das comunidades paroquiais os jovens que hão de regressar de Madrid cheios de entusiasmo, depois da experiência com Bento XVI. Congratulo-me com a participação de milhares de jovens portugueses e só espero que, no regresso, mostrem à saciedade que o Sant…

Centenas de milhares de jovens com o Papa

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Texto da Agência Ecclesia





“Há muitos que, por causa da sua fé em Cristo, são vítimas de discriminação, que gera o desprezo e a perseguição, aberta ou dissimulada, que sofrem em determinadas regiões e países”, afirmou o Papa no aeroporto de Barajas, em Madrid, minutos depois de chegar à capital espanhola. Bento XVI criticou também as ideologias que querem afastar os jovens de Cristo, “privando-os dos sinais da sua presença na vida pública e silenciando mesmo o seu santo Nome”, tendo apelado aos fiéis para se manterem firmes na fé. “Volto a dizer aos jovens, com todas as forças do meu coração: Que nada e ninguém vos tire a paz, disse o Papa, que apelou a um testemunho dos católicos “sem ocultar a própria identidade cristã, num clima de respeitosa convivência com outras legítimas opções e exigindo ao mesmo tempo o devido respeito pelas próprias”. A intervenção salientou os objetivos da viagem à capital espanhola: “Venho aqui para me encontrar com milhares de jovens de todo o mundo, ca…

Festival do Bacalhau: visita obrigatória até domingo

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Começou ontem, no Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, o Festival do Bacalhau, com o fiel amigo como rei da festa. A comunicação social não ignorou o facto, como era de prever. É bom ler e ouvir falar das coisas boas da nossa terra. A revista Visão, no caderno Visão Sete, fala do festival, com destaque para o navio-museu Santo André, dizendo que "é possível viajar num navio arrastão até aos mares do Norte... Sem sair do sítio". Recorda a vida dura da pesca do bacalhau, conta a traços rápidos a história do navio, construído na Holanda em 1948 para a Empresa de Pesca de Aveiro, e descreve o que o visitante pode aprecia. Algumas fotografias de Lucília Monteiro ilustram bem o texto de Joana Fillol. Do festival salienta que nas dez tasquinhas há bacalhau para todos os gostos, sem faltarem as padas de Vale de Ílhavo, e que a animação é variada. - Posted using BlogPress from my iPad

A ADIG vai renascer das próprias cinzas

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Júlio Cirino 


A ADIG não vai atuar contra ninguém, nem contra nada, mas lutará, sempre, pela defesa da Gafanha da Nazaré, garantiu Júlio Cirino, em entrevista ao Timoneiro

Uma nova direção da ADIG — Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha da Nazaré, liderada por Júlio Cirino, um apaixonado por tudo quanto diz respeito à nossa terra, vai apostar na dinamização deste projeto que nasceu em 1993. Depois de algumas reuniões, foi elaborado um «programa extenso e ambicioso», no dizer do nosso entrevistado, que precisa da colaboração, em espírito de entreajuda, das autarquias. A ADIG necessita de instalações próprias e dignas, mas Júlio Cirino acredita que, de «mãos dadas», tudo será possível fazer para melhorar «a vida dos cidadãos da Gafanha da Nazaré». Entrevista conduzida, via e-mail, por Fernando Martins.
O que é a ADIG? Quando nasceu e com que objetivos concretos?
Segundo os seus Estatutos “a Associação para Defesa dos Interesses da Gafanha da Nazaré – ADIG – é uma associação cí…

Férias para estes tempo: Livros, música, rádio e televisão

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A leitura, fonte de prazer e de cultura, não implica, necessariamente, a compra de livros. Quem há por aí que não tenha em casa livros, comprados há tanto tempo, que nunca foram lidos? Prometa a si próprio ler pelo menos um livro, durante este mês de agosto. Mas se não os tiver, procure visitar uma biblioteca, na Gafanha da Nazaré ou em Ílhavo, onde poderá requisitar uma ou mais obras e ler jornais e revistas. Não paga nada e pode habituar-se a estas visitas, sempre enriquecedoras. Se é assim para livros, também pode acontecer que haja em casa CD para voltar a ouvir, agora com mais calma. E ainda pode consultar a programação das rádios locais e nacionais, bem como das televisões, para na hora certa assistir a séries ou filmes da sua predileção, sem se tornar escravo das telenovelas sem sentido. Além disso há programas científicos e reportagens que o levam, seguramente, de forma virtual, nas asas da fantasia até paisagens de sonho e a civilizações incríveis que persistem nos nossos …

Festival do Bacalhau

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É já amanhã que abre, no Jardim Oudinot, o Festival do Bacalhau, com organização da Câmara Municipal de Ílhavo e da Confraria Gastronómica do Bacalhau. Trata-se de um festival onde nada falta para uns dias de férias, com o fiel amigo, preparado por quem sabe, a ocupar o trono de rei. Música, cinema ao ar livre, concursos, artesanato e outras novidades serão boas razões para uma visita ao Jardim Oudinot, bem enquadrado pela paisagem única da belíssima Ria de Aveiro. O navio-museu Santo André, que foi um campeão da pesca do Bacalhau, também espera pela visita de toda a gente. O Festival do Bacalhau estará aberto até domingo. - Posted using BlogPress from my iPad

Férias na Figueira da Foz

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Apesar do tempo instável, continuo a gostar de passar uns tempos na Figueira da Foz. Os ares são semelhantes aos das nossas praias da Barra e da Costa Nova, mas o ambiente, com menos gente conhecida, faz de nós uns turistas mais descontraídos. Mas também mais independentes. Boas férias para todos.

Férias: um pouco de história

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Férias noutras paragens "Não há homem completo que não tenha viajado muito, que não tenha mudado vinte vezes de vida e de maneira de pensar. Alphonse de Lamartine

O Direito a férias existe desde 1937
Maria Donzília Almeida
A palavra férias soa ao ouvido de toda a gente, como uma melodia antiga, mas sempre atual e repetida. A palavra tem a sua origem no étimo latino feria ou feriae e significava um dia de descanso para os Romanos, no século III DC. Em Portugal, o direito a férias existe desde 1937 e está promulgado na Lei do Trabalho. Hoje, em dia, o grande número de mulheres que trabalha, veio aumentar consideravelmente, o contingente dos trabalhadores. As férias remuneradas surgem como um direito adquirido numa sociedade organizada e democrática. O trabalho torna-se necessário, para fazer face aos desafios duma sociedade de consumo, cada vez mais desafiadora. Depois de um ano de árduo trabalho, quer físico quer intelectual, o cidadão português, tem direito a um merecido descanso…

Luís Miguel Pinto expõe no Glicínia de Aveiro

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Carlos Duarte, Paulo Moreira, Luís Pinto e Alexandre Karlavov
Na galeria de Arte Fotográfica Art.ur, situada no Glícinias Plaza de Aveiro, está patente uma exposição de 16 fotografias 50x70, do fotografo Luís Miguel Pinto. Esta exposição é o resultado de uma viagem a Cuba, onde Luís Pinto fotografou, Gilberto, cubano de 80 anos, que trabalhou nas docas e numa fábrica de transformação de peixe. Mas a sua vida era vivida à noite, quando se “vestia e aprumava-se cuidadosamente para a noite Cubana. Sem formação musical escrevia letras e compunha música de ouvido sendo as mesmas convertidas em pautas musicais por amigos músicos – eram os Boleros. E é a história deste homem e dos seus Boleros que, ao olharmos para as fotografias de Luís Pinto, sentimos como hoje Gilberto “sente na esperança que os seus cadernos possam um dia dar aos seus netos as oportunidades que ele nunca teve. Está a viver o seu último Bolero e o papel feminino é feito pela própria vida”. Quem é Luís Miguel Pinto Designe…

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 250

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DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM – 33 

A RODA LIVRE 
Caríssima/o:

Já imaginaram como seria andar de bicicleta sem roda livre?!...  Ter de dar sempre aos pedais...hum.. 
Na evolução da bicicleta, sobre este aspecto, há quem indique: 
1877 - Rouseau apresenta um dispositivo por meio de correntes, que multiplicava o giro da roda dianteira, proporcionando mais velocidade à bicicleta. 
1878 - Os franceses Guilmet e Mayer criaram a transmissão em cadeia: combinação, por uma corrente, de uma roda dentada aplicada ao pedal e outra, igualmente dentada, aplicada à roda traseira do veículo. Assim economizava-se esforço do ciclista e ganhava-se velocidade, sem necessidade de exagerar o tamanho das rodas motrizes. 
1880 - O francês Vincent, constrói a primeira bicicleta com transmissão de corrente aplicada ao cubo da roda traseira. 
1895 – A partir deste ano sucessivas modificações técnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como a roda livre e as mudanças para melhorar a velocidade, a ef…

Onde está o perigo, cresce também o que salva

Confiança e Crédito Anselmo Borges

Os melhores comentadores vão escrevendo e dizendo que o que falta é confiança. Que não há crédito todos sabemos. Aí estão dois conceitos-base da religião. Confiança vem de fides, donde vem fé, fiar-se de, confiar. Crédito vem de credere, donde vem crer, crença, acreditar. Mas eles estão na base da existência. Quem pode viver sem confiança? Quem se meteria num avião, na estrada, sem confiança?
O problema é: o quê e quem tem crédito, para merecer a nossa confiança? Porque não podemos confiar de modo cego. No quadro do perigo possível e do medo, a confiança tem de ser razoável.
O teólogo Jürgen Moltmann refere o famoso conto dos irmãos Grimm sobre o jovem que partiu à procura de saber o que é o temor. E, a propósito, refere dois comentários sobre o conto.

TECENDO A VIDA UMAS COISITAS - 249

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DE BICICLETA ... ADMIRANDO A PAISAGEM – 32



O NAMORO DOS EMIGRANTES
Caríssima/o:

«De repente, começaram a chegar bicicletas do estrangeiro - para os endinheirados».  Nestas conversas que já vão longas, mas que tão perto ainda nos prendem, relembraria a figura do emigrante ( e que entre nós, se poderia traduzir, também e de alguma forma, por pescador do bacalhau...)  Há cinquenta-sessenta anos, dinheiro corrente era algo que só passava pela mão de alguns (poucos) felizardos – era a sociedade da pura e mais absoluta subsistência: o que se conseguia com o trabalho das mãos e o suor do rosto mal dava ( e muitas vezes, nem chegava... valia o livro dos fiados...) para o sustento do corpo mirrado e ossudo...  Não admira que onde houvesse o cheiro a dinheiro fresco (e ganho honestamente, benza-o Deus!...) faiscassem de variadas direcções os dardos de Cupido escondido nas dobras das cortinas que se afastavam discretamente para ver passar uma bicicleta reluzente, acabadinha de sair da montra...  …

Migrantes em Fátima

Hoje e amanhã, o santuário de Fátima vai encher-se de emigrantes e imigrantes, que querem agradecer à Virgem Maria as graças recebidas durante um ano de trabalho longe das suas pátrias. É nas horas de muitos e duros trabalhos que os crentes normalmente se voltam para o divino. Compreensível e humano. Admiro imenso quem tanto sofre para seu bem-estar e familiares, afastados das suas origens e tradições. Depois das promessas cumpridas e dos agradecimentos a Deus pelo bem recebido, voltam para mas um ano de trabalho. Quando me cruzo com alguns, gosto de os ouvir e de recordar vivências partilhadas em horas felizes. Aqui lhes deixo uma palavra de estima, com votos de boa viagem.

Figueira da Foz em tempo de verão

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Figueira da Foz antiga
Cá estou de novo para mais uns dias de férias e de preparação para o batizado do Dinis, o meu neto mais novo. As praias desta terra foram sempre famosas, atraindo as elites da zona centro do pais e de outras regioes. Tambem o povo se deliciava com as águas apetitosas que beijavam, como ainda hoje beijam, os areais a perder de vista. Uma imagem da rede global ilustra isso mesmo.

Novas tecnologias

As novas tecnologias, nomeadamente o iPad, levam-me a cometer alguns erros. Peco desculpa, por isso.

Embarcações que tiveram berço na laguna

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Ausente, àquela hora, por motivo de férias, não poderei participar no lançamento do mais recente livro de Senos da Fonseca, "Ambarcações que tiveram Berço na Laguna", mas não posso deixar de o recomendar. Não o li, é certo, mas o autor garante, como lhe é habitual, qualidade e rigor. Vai ser um livro das minhas férias. Lembro, ainda, que o lançamento da obra está a cargo de Ana Maria Lopes, também ela uma profunda conhecedora de temas marítimos e lagunares. A não perder as suas considerações.

Obras junto à Guarita

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Junto à réplica da antiga Guarita, no Jardim Oudinot, estão a decorrer obras de construção de um restaurante, para servir todos os que gostam de estar ao lado da Ria. Não estarão concluídas para o Festival do Bacalhau, que é já na próxima semana, mas a verdade é que o Oudinot existe para além disso. Vamos, então, esperar como calma, porque haverá tempo para tudo.

Férias e espiritualidade

Esqueça a praia, o calor e a agitação: 
No silêncio dos mosteiros é que se está bem Rui Martins
O papa aludiu esta quarta-feira às férias de muitos católicos para os convidar ao silêncio, condição que diz ser essencial para a oração, ao mesmo tempo que salientou a importância dos mosteiros como espaços propícios à espiritualidade.
Leia mais aqui

Férias para estes tempos - 3

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Livros, música, rádio e televisão
A leitura, fonte de prazer e de cultura, não implica, necessariamente, a compra de livros. Quem há por aí que não tenha em casa livros, comprados há tanto tempo, que nunca foram lidos? Prometa a si próprio ler pelo menos um livro, durante este mês de agosto. Mas se não os tiver, procure visitar uma biblioteca, na Gafanha da Nazaré ou em Ílhavo, onde poderá requisitar uma ou mais obras e ler jornais e revistas. Não paga nada e pode habituar-se a estas visitas, sempre enriquecedoras. Se é assim para livros, também pode acontecer que haja em casa CD para voltar a ouvir, agora com mais calma. E ainda pode consultar a programação das rádios locais e nacionais, bem como das televisões, para na hora certa assistir a séries ou filmes da sua predileção, sem se tornar escravo das telenovelas sem sentido. Além disso há programas científicos e reportagens que o levam, seguramente, de forma virtual,nas asas da fantasia até paisagens de sonho e a civilizações incríve…

Férias para estes tempos - 2

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Organize-se
Em família, crie-se o hábito de planear férias, mesmo que não haja dinheiro para gastar. Pense-se que é sempre possível passear a pé ou de bicicleta, com programa direcionado para uma praia do nosso concelho ou dos concelhos vizinhos. O piquenique substituirá, com algumas vantagens, desde logo com poupança, a frequência de restaurantes ou de bares. Aproveite-se o período de férias para pôr em ação um esquema de vida saudável, com base numa alimentação fresca e regrada e no exercício físico, opções que não implicam grandes custos, para além de nos ajudarem a criar hábitos de sobriedade e de contenção.

Moliceiro acrobata

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Moliceiro a bolinar Imagem rara e espetacular de um moliceiro a bolinar. Arte com o saber de experiência feito. O arrais não frequentou qualquer escola náutica, mas aprendeu na vida. O moliceiro navega contra o vento, numa posição incrível. Haverá ainda quem saiba conduzir um moliceiro assim? Esta imagem foi-me enviada pelo Ângelo Ribau, que não conseguiu identificar o autor. Ela aqui fica, em homenagem aos arrais e a tantos outros que nos deram, na ria, exemplos de coragem e saber.

Férias para estes tempos - 1

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As praias esperam-nos
Será possível gozar férias no meio de uma crise económica, financeira e social tão grande como a que estamos a viver? Com algum esforço e com uma boa dose de organização, pensamos que sim. A ideia generalizada em muitos meios de que férias só serão possíveis com grandes gastos e em estâncias turísticas de nomeada poderá passar à história, se levarmos à prática a imaginação e a capacidade criativa de novos e menos novos. Estamos convencidos de que à nossa volta há excelentes motivos de interesse a descobrir, a explorar e experimentar, contribuindo, assim, para valorizar o que temos. Sabemos que a tendência de muitos se inclina para falar de viagens por outras terras e outras gentes, de costumes exóticos e paisagens deslumbrantes, mas é garantido que as mais das vezes nem sequer conhecemos bem o que está ao pé da nossa porta. Pretende-se conhecer o distante, continuando a ignorar o que nos envolve e até o que está na matriz da nossa forma de ser e de estar na vida…

Para pessoas amedrontadas

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Lago Tiberíades

NÃO TENHAIS MEDO. SOU EU. TENDE CONFIANÇA
Georgino Rocha
Exortação revigorante dirigida a pessoas amedrontadas. Exortação firme e determinada num contexto de perigo iminente. Exortação clarificadora de fantasmas possíveis e identificadora de rostos perdidos na noite. A cena ocorre no mar de Tiberíades. Os intervenientes principais são Jesus de Nazaré e os discípulos que se deslocam numa barca e já estão longe da terra. A ocasião surge no percurso da travessia. A circunstância é a da tempestade ameaçadora. E os gestos e as palavras que se percebem são de gritaria e de pânico. E não era para menos!

Concha para a minha coleção

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GRATIDÃO
Maria Donzília Almeida
“A gratidão desbloqueia a abundância da vida. Ela torna o que temos em suficiente, e mais. Ela torna a negação em aceitação, caos em ordem, confusão em claridade. Ela pode transformar uma refeição em um banquete, uma casa em um lar, um estranho em um amigo. A gratidão dá sentido ao nosso passado, traz paz para o hoje, e cria uma visão para o amanhã." 
Melody Beattie 
No seu tratado sobre Relações Humanas, o americano Dale Carnegie teceu algumas considerações, muito importantes, sobre o assunto em epígrafe. Diz ele que duma forma geral, as pessoas não têm esse hábito enraizado, no quotidiano do seu relacionamento com o próximo. Nós não devemos esperar gratidão dos outros, já que não ser grato é comum no ser humano. Mas, quando alguém tem o dom de agradecer, seja a quem for, essa pessoa é possuidora duma sensibilidade e uma educação especiais, segundo o patrono das Human Relations.  Quantos de nós, agradecem a Deus, por “todas as maravilhas que ele o…